quinta-feira, 14 de maio de 2015

Murillo Melins na "Sexta Cultural do TCE"

Escritor e agora acadêmico Murillo Melins, na "Sexta Cultural do TCE" (2012),
após autografar exemplar de seu livro para a coordenadora da ECOJAN,
 a professora Patrícia Verônica. (Foto: Milton Júnior).
Reproduzida do site: tce.se.gov.br

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 12 de maio de 2015.

Murillo Melins sendo entrevistdo pelo saudoso Emmanuel Dantas

Pesquisador, memorialista e agora acadêmico Murilo Melins, autor do livro
 "Aracaju romântica que vi e vivi", sendo entrevistado na Rádio Web TCE, 
pelo saudoso radialista Emanuel Dantas (2012).
Foto: Codecom/TCE.
Reproduzida do site: tce.se.gov.br

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 12 de maio de 2015.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Ponte José Américo, Ponte dos Arcos, ou Ponte de Pedra Branca

Ponte dos Arcos - Pedra Branca/SE.

"Sempre adimirei essa obra. Inaugurada em 1933 pelo então presidente do Brasil, Getúlio Vargas. Já foi sinônimo de progresso no estado de Sergipe e porque não ousadia arquitetônica. Uma pena terem decretado sua queda no dia em que puseram tubulações enormes sem nunca terem reformado uma estrutura de mais de 80 anos. Poucos sabem, mas se vai um símbolo da nossa comunidade. Foram 82 anos de serviços prestados. Lá se vai a nossa ponte. A Ponte José Américo, ou melhor, Ponte dos Arcos de Pedra Branca". (Caio Rodrigues).

Texto, foto e arte reproduzidos do Facebook/Caio Rodrigues.
Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 11 de maio de 2015.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Reclame da Gráfica Editora de Aminthas Garcez Vieira

Recorte de antigo 'Reclame', publicado na imprensa sergipana.
Imagem: acervo Júnior Gomes.

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 7 de maio de 2015.

Reclame da Panificação Cecy, de Antonio Soares Santanna

Recorte de antigo 'Reclame', publicado na imprensa sergipana.
Imagem: acervo Júnior Gomes.

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 7 de maio de 2015.

Reclame do Restaurante Típico Meu Refúgio

Recorte de antigo 'Reclame', publicado na imprensa sergipana.
Imagem: acervo Júnior Gomes.

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 7 de maio de 2015.

Reclame da Pharmacia Universal de Hormindo Menezes

Recorte de antigo 'Reclame', publicado na imprensa sergipana.
Imagem: acervo Júnior Gomes.

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 7 de maio de 2015.

Uma de Sindulfo


Publicado originalmente no Facebook/Petrônio Gomes. em 06/05/2015.

Uma de Sindulfo.
Por Petrônio Gomes.

Toda cidade possui os seus tipos notáveis, pessoas que se destacam pelo modo de proceder, de vestir, ou, simplesmente, por um traço físico diferente. Existem ainda aqueles que podem ganhar fama só pelo modo de rir ou pelas respostas prontas e espirituosas diante de qualquer problema.

Os mais velhos poderão recordar agora uma figura de mulher franzina, que saía vestida com uma porção de saias de uma vez, uma por cima da outra, e que batia de porta em porta desejando todo o bem do mundo a quem lhe ajudasse. Diziam uns que ela adorava todos os vestidos que possuía e não gostava de deixar os outros em casa quando escolhia um qualquer. Chamavam-na “Maria Inocentinha”. Ninguém a insultava, todos gostavam dela.

Havia também um pobre homem que andava com as calças levantadas até à metade da canela, com barba de uma semana por fazer, e que ganhava seus trocados graças à presteza com que dava recados. Naquela época, o telefone era ainda um apetrecho digno de pena. Era mais fácil apelar para um menino de recado, mas todos preferiam dar este encargo ao “Dr. Leandro”, que saía em disparada para cumprir sua missão, indiferente ao desgaste que poderia sofrer sua “posição” na sociedade. Pois ele mesmo havia escolhido este nome do notável político sergipano, e assim contentar sua mente infantil dos anseios fantasiosos próprios de sua enfermidade. Tal como “Maria Inocentinha”, o “Dr. Leandro” não fazia mal a ninguém. Era um “homem realizado”, pois dizia a todo mundo que possuía milhões de cruzeiros em cada banco da cidade...

E por que não falar no barulho incrível que certo homem emitia depois de uma de suas impensáveis refeições, quando soltava o desabafo explosivo do seu estômago, ao ver-se livre do turbilhão de gases? Era conhecido por “Piaba”. Quem fosse ao Mercado Municipal em certas horas poderia ouvir, mesmo sob constrangimento, a zoada patológica de “Piaba”. Até a fama tem falta de gosto...

Mas todo este preâmbulo foi feito para apresentar um tipo que se tornou um patrimônio da história da cidade, espécie de domínio público das rodas de conversa, sempre a ilustrar acontecimentos corriqueiros da sociedade. Era um comerciante chamado Sindulfo Fontes, dono de uma relojoaria na rua de Laranjeiras, fronteira ao edifício dos Correios. Por sinal, na rua do Município onde nasceu, berço de intelectuais do Estado. De Laranjeiras, disse o dr. José Barreto Fontes, da mesma família de Sindulfo: “É a terra dos homens ilustres. Lá nasceram João Ribeiro, eu e outros”.

Pois bem. A loja de Sindulfo refletia bem alguns traços de sua personalidade, assim como os cômodos de uma residência refletem o zelo ou o desleixo de uma dona de casa. Tudo era antigo na loja de Sindulfo e, como se não bastasse, ele tinha o maior respeito por uma antiga teia de aranha que ocupava grande espaço junto ao balcão, a partir do teto. Dizia ele que ninguém tem o direito de destruir o que foi feito com tanto sacrifício.

Quando Sindulfo dizia o preço de um relógio ou de uma joia, não admitia dúvida de quem quer que fosse. E todo aquele que pretendesse comparar valores com os de outra loja, seria para sempre banido do seu rol de clientes. Ninguém neste mundo tinha o direito de fazer sindicância de preços, a partir da loja do velho Sindulfo.

Certa vez, num ano barulhento de eleições, quase todas as lojas do centro da cidade foram invadidas por retratos de candidatos, uns colados às paredes, outros pregados nas portas, na mesma febre de patriotismo que estamos cansados de ver. Mas na casa de Sindulfo ninguém mandou colocar retrato nem recado de mentira.

É que ele havia posto o seguinte texto na porta do seu estabelecimento: “Este espaço está reservado para os candidatos burros e ladrões”...

Texto e imagem reproduzidos do Facebook/Petrônio Gomes.

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 7 de maio de 2015.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Academia Sergipana de Letras



Publicado originalmente no blog jornal-contexto, em 21/12/2011.

Academia Sergipana de Letras é uma instituição desconhecida para muitos sergipanos.

No centro de Aracaju circulam diariamente centenas de pessoas. Apressados, correndo contra o tempo, ou mesmo em singela passagem pela região, são raros os cidadãos que conhecem a Academia Sergipana de Letras (ASL) que fica na rua Pacatuba. Alguns até a utilizam como ponto de referência, mas poucos sabem de fato o que representa a ASL para o Estado.

Fundada em 1º de junho de 1929, 51 anos depois da Academia Brasileira de Letras (ABL), a Academia Sergipana de Letras sucedeu à Hora Literária, uma espécie de sociedade literária de caráter acadêmico autônomo que buscava promover envolvimento intelectual em Sergipe. A meta era a fundação da Academia, com os mesmos acadêmicos que constituíam a Hora Literária, a exemplo de Antônio Garcia Rosa e Clodomir Silva.

Durante a década de 30, as reuniões da ASL aconteciam na Sala de Ordem dos advogados do Brasil, no Palácio da Justiça, localizado na praça Olímpio Campos; mudou-se depois para a rua Itabaianinha, no Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, uma vez que a maioria dos acadêmicos também faziam parte do Instituto. Mais tarde, na década de 1970, a Academia Sergipana de Letras foi mais uma vez transferida, desta vez para o primeiro andar da biblioteca pública, onde hoje funciona o Arquivo Público do Estado, na praça Fausto Cardoso. O local serviu de espaço para os membros da Academia se reunir, até ser novamente transferida para um sobrado onde funcionou o Colégio Tobias Barreto, na rua Pacatuba, onde está até hoje.

A Academia Sergipana de Letras é formada por 40 acadêmicos. Dentre esses, cinco formam a diretoria, Presidente,Vice-Presidente, Secretário, Tesoureiro e Diretor da Biblioteca, eleitos por chapa a cada dois anos, com direito a reeleição. O cargo de membro da Academia é vitalício, exceto por renúncia ou por ações incompatíveis com a integridade da instituição. Com estatuto e regimento interno estreitamente definido, a ASL é uma sociedade civil, de personalidade jurídica, sem fins lucrativos e duração indeterminada. Desde a sua fundação, é composta por membros não somente ligados aos gêneros literários (romance, poesia, etc.), mas também às ciências em geral, congregando intelectuais de origens institucionais e especialidades literárias múltiplas. Fato evidenciado no estatuto da Academia, no qual consta como objetivo a promoção de estudo, preservação e divulgação da Literatura, das Artes e das Ciências, contribuindo para o desenvolvimento cultural do Estado.

A Academia conta com um acervo de mais de 10 mil livros, a maioria de escritores do Estado, das mais diversas áreas. No entanto, um dos grandes problemas da instituição é a conservação desse acervo. Para isso, a Academia Sergipana de Letras, em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS), a ASL está realizando um projeto, pelo qual os livros passarão por um processo de revitalização, com catalogação e preservação das obras. O projeto é uma iniciativa da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários e está sendo coordenado pelo curso de Biblioteconomia. O intuito é que futuramente a Academia sirva também como biblioteca aberta ao público para pesquisa.

Às segundas-feiras os membros se reúnem às 16h30, como prevê o estatuto da Academia, para trocar idéias sobre cultura, apresentar e debater trabalhos literários. As reuniões são abertas ao público, mas a população desconhece.

Movimento Cultural Antônio Garcia Filho

Em 1984, por iniciativa do acadêmico Antônio Garcia Filho surgiu o Movimento de Apoio Cultural (MAC). De acordo com Cléa Brandão, integrante do MAC, o movimento surgiu com o objetivo de dar apoio cultural para a Academia, que na época era formada, em grande parte, por idosos. “Houve resistência de alguns acadêmicos mais tradicionais como Manoel Franco, por exemplo. Os acadêmicos não aceitavam a participação do MAC na Academia, mas depois eles perceberam que foi bom para a instituição”, ressalta.

De início foi batizado como Movimento de Apoio Cultural, mas logo após a da morte de Antônio Garcia Filho, em 1999, o presidente atual, José Anderson Nascimento resolveu mudar o nome para Movimento Cultural Antônio Garcia Filho, como forma de homenagear o fundador.

O MAC dispõe de vinte membros, com cargo vitalício. A importância do Movimento no cenário acadêmico é comprovada, pois, alguns dos integrantes foram eleitos para cadeiras acadêmicas, como por exemplo, a professora Maria Lígia Madureira Pina, e o jornalista Bemvindo Salles de Campos Neto.

“Migalhas dormidas do teu pão”

A academia e o trabalho desenvolvido por esta são desconhecidos por boa parte da população sergipana. Em tom de revolta, a integrante do Movimento Cultural Antônio Garcia, Cléa Brandão Santana desabafa “As pessoas desconhecem a Academia porque não se interessam por Cultura. As reuniões são abertas ao público, mas as pessoas passam pela porta e não entram para conhecer”. Já para a estudante Sabrina Mendes, o pouco que sabe sobre a ASL é devido a pouca divulgação da instituição.

Divulgação é um problema bastante visível na Academia Sergipana de Letras. O site da instituição não funciona, e os repasses do governo são insuficientes para manter e divulgar a Academia. De acordo com o presidente José Anderson, anualmente a instituição recebe 20 mil reais, aplicado por força da lei, e o valor não é corrigido desde que a legislação foi instituída, há 10 anos. Para poder manter a Academia, pagar funcionários, e organizar ciclo de debates e seminários, os acadêmicos complementam com uma contribuição mensal de 10% de um salário mínimo para a instituição.

Por Sóstina Santos
Edição: Vanessa Monteiro.

Texto e imagem reproduzidos do blog:jornal-contexto.blogspot.com.br

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 8 de maio de 2015.

Façamos de Murilo Melins um imortal!


Façamos de Murilo Melins um imortal!

Senhores imortais da Academia Sergipana de Letras, temos a oportunidade de trazer para o nosso convívio um dos maiores memorialistas sergipanos, Murilo Mellins..

O reconhecimento da imortalidade da sua obra para as letras sergipanas é uma dívida da Academia e um desejo da sociedade, que bem conhece os seus feitos.
Não é que a sua concorrente não mereça o nosso respeito, mas nos parece que, agora, é a vez de Murilo.

A eleição é na próxima segunda-feira, na sede da Academia, durante todo o dia.

Amaral Cavalcante.

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 8 de maio de 2015.

Murillo Melins




Fotos: Portal Infonet/Divulgação/Alejandro Zambrana.

Murillo Melins.

Murillo Mellins nasceu em Neópolis, antiga Vila Nova, em 22 de outubro de 1928. Filho do saudoso Mário Mellins Intendente de Neópolis (antiga Vila Nova) foi uma pessoa simples de um grande conhecimento dos fatos que marcaram a História da capital.

Alguns chamam Murillo de memorialista, outros de pesquisador, outros de guardião da História de Sergipe onde puxa as lembranças da memória política e cultural da nossa gente.

Trabalhou na Prefeitura de Aracaju e também nas agências dos Correios. Atualmente, na vida pacata de aposentado vai escrevendo e contando a História sergipana nos seus livros de memória.

Com romantismo descreve com maestria Aracaju das décadas de 40 e 50. Mellins tem com Aracaju uma intimidade cumpliciada, como poucos, e ambos, o escritor e a cidade, guardando de cada um muitos segredos segundo escreve Luis Antonio Barreto.

Quando se fala em História e Memória, nos bancos acadêmicos, a figura que vem na lembrança é justamente o Murillo. Conhecemos através de suas lembranças a Aracaju romântica que ele viveu. Sem dúvidas, muitos historiadores, escritores e cronistas que se dedicam a escrever sobre Sergipe consultam as suas memórias...

Fonte: fontesdahistoriadesergipe.blogspot.com.br
Trecho de post do Blog "Fontes da História de Sergipe",
de Adailton dos Santos Andrade.

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 8 de naio de 2015.

Murillo Melins - nostalgia das décadas de 40 e 50


Fotos: Alejandro Zambrana.

Livro "Aracaju Romântica que Vi e Vivi", é uma declaração de amor à cidade

Murillo Melins - nostalgia das décadas de 40 e 50

Quem admira ou simplesmente quer conhecer um pouco mais sobre a capital da qualidade de vida não pode deixar de ler ‘Aracaju Romântica que Vi e Vivi'. O próprio título já revela do que se trata a obra: um relato de um cidadão apaixonado pela cidade. O livro é uma verdadeira declaração de amor a Aracaju e foi escrito pelo memorialista Murillo Melins.

O saudosista autor traz, em mais de 300 páginas de pura nostalgia, um acervo de fotos históricas, locais e personagens importantes da capital sergipana. Fatos que marcaram a sociedade nas décadas de 40 e 50 e se tornaram história para quem vive na cidade são contados por Melins com muito carinho. "Me apaixonei logo que cheguei, vi Aracaju crescer. Quando vim morar aqui a cidade ainda era provinciana, onde todo mundo se conhecia, e foi se desenvolvendo aos poucos", lembra.

A descrição das mais famosas praças e monumentos da capital faz até os leitores mais desatentos se transportarem às primeiras décadas de uma Aracaju recém-urbanizada. Quem viveu esse momento romântico da cidade consegue sentir novamente os anos em que frequentavam o Cinema Vitória e os bailes de carnaval no Cotinguiba. Quem não alcançou essa época, se vê tão envolvido pela fiel descrição dos costumes e lugares, que fica até difícil imaginar o mês de dezembro sem as Feirinhas de Natal que o autor menciona.

Um dos aspectos abordados é o centro comercial, ainda em surgimento. NNO livro é detalhadamente descrito todo o percurso inicial do comércio e da economia de Aracaju que, desde então, não parou de crescer. O âmbito cultural também é narrado pelo autor, que faz uma relação dos principais pontos de encontro da sociedade aracajuana, e as festividades mais populares naquele período que, para Melins, foi a época de ouro. "Havia diversas festas na cidade, nas praças, nos clubes, todas muito animadas e com calor humano", conta.

O perfil da cidade traçado pelo livro retrata que, naquele período, Aracaju já era um lugar onde a qualidade de vida se destacava.

Embora não esconda a saudade da capital pouco urbanizada de antes, o autor declara seu carinho a todo momento. "Aracaju é uma cidade que eu vivi intensamente, uma cidade romântica que tem muita história, e um lugar bom de se viver. Eu amo Aracaju!", declarou.

Texto e imagens reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 8 de maio de 2015.

Antiga Ponte de Pedra Branca desaba e rompe adutora

Ponte José Américo de Almeida.
Foto: acervo Adailton dos Santos Andrade.
Reproduzida do blog: fontesdahistoriadesergipe.blogspot

 Foto reproduzida do site sergipecc.blogspot.com.br

 Foto reproduzida do site G1 SE.

  Foto reproduzida do Facebook/Carlos Alberto Mendonça.

Foto reproduzida do site: infonet.com.br/cidade


 Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cidade

Foto: Reprodução/TV Sergipe.

 Foto reproduzida do site: f5news.com.br

Publicado originalmente pelo site G1 SE., em 09/05/2015.

Ponte desaba e rompe tubulação de água em Pedra Branca, SE
Ponte fazia a parte da BR-101, mas estava interditada para veículos.

A ponte sobre o rio Cotinguiba, localizada no povoado de Pedra Branca, município de Laranjeiras, região metropolitana de Aracaju, desabou e rompeu a tubulação de água de duas adutoras da Companhia de Saneamento Básico (Deso), no início da tarde deste sábado (09).

A ponte com mais de 60 anos e que fazia a parte da BR-101, mas estava interditada para o tráfego de veículos, possuía na sua estrutura, canos da adutora da Deso. Segundo o Dnit, a ponte liberada para os veículos e que fica ao lado da desabada, não foi afetada.

Segundo testemunhas, a ponte desabou no momento em que um carroceiro e mais algumas pessoas, em cavalos, atravessaram a ponte. Com a queda da ponte, cerca de 40 cavalos chegaram a cair no rio, desses, 17 acabaram morrendo.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência encaminhou quatro vitimas para o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse).

De acordo com o assessor de comunicação da Deso, Wendel Barbosa, o presidente e o diretor de operações do órgão, estão avaliando o caso.

Ainda de acordo com ele, a adutora rompida é responsável por 70% do abastecimento de água da Grande Aracaju.

Wendel disse ainda que existe a possibilidade do fornecimento de água ficar interrompido até a próxima semana.

O Dnit não soube informar a causa do desabamento.

Texto reproduzido do site: g1.globo.com/se
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Infonet - Cidade - Noticias - 09/05/2015.

Pedra Branca: ponte cede e provoca rompimento de adutora
Ponte da adutora cedeu quando pedestres passavam pelo local

Parte de uma ponte que fica na BR 101, no povoado Pedra Branca, na divisa entre os municípios de Laranjeiras e Maruim, cedeu no início da tarde deste sábado, 9. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), as primeiras informações são de que a estrutura, que contém tubulações de uma adutora, cedeu quando pedestres passavam com cavalos. O espaço por onde passam os veículos, que corresponde à ponte ao lado, não foi danificado. As tubulações da adutora se romperam, provocando um grande vazamento de água no local. O trânsito no trecho está lento.

Equipes da PRF e do Corpo de Bombeiros estão no local. Os relatos são de que os pedestres e os animais caíram no rio, mas ainda não há informações exatas sobre o número de envolvidos e o estado de saúde deles. Não há registro de mortes.

A PRF explicou que trecho que abriga as tubulações não é destinado à passagem de pessoas e animais. A equipe de reportagem do Portal Infonet está apurando o caso e logo trará mais informações.

Por Verlane Estácio.

Texto reproduzido do site: infonet.com.br/cidade

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 9 de maio de 2015

domingo, 10 de maio de 2015

Augusto Leite, fundador do Hospital Cirurgia


Augusto Leite

Fundador do Hospital Cirurgia, o médico Augusto César Leite foi homenageado pela capital sergipana com uma rua que leva o seu nome no bairro Grageru. Formado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, com especialização na Clínica Mayo, em Minnesota (EUA), e na Sorbonne, em Paris (França), Augusto Leite revolucionou a medicina cirúrgica em Sergipe, primeiro no Hospital Santa Isabel e depois no Hospital de Cirurgia. Também atuou como deputado estadual, deputado federal e senador, e foi fundador da União Republicana, da qual foi membro constituinte, abandonando a militância em 1937. Nasceu em 30 de julho de 1887, em Riachuelo, e faleceu em Aracaju, em 9 de fevereiro de 1978.

Fonte: aracaju.se.gov.br

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 5 de maio de 2015.

“Farolete Propriá”, no município de Barra dos Coqueiros


SPU/SE promove Cessão Gratuita para preservação da memória sergipana

Aracaju, 27/08/12 - A Secretaria do Patrimônio da União (SPU) em Sergipe, representando o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP), promoveu no dia 10 de agosto de 2012 a assinatura do Contrato de Cessão com a Prefeitura Municipal de Barra dos Coqueiros/SE para uso gratuito de um antigo farol de navegação, anteriormente utilizado pela Marinha do Brasil na orla da cidade.

O farol, denominado “Farolete Propriá” encontrava-se desativado desde que deixou de ser utilizado pela Capitania dos Portos de Sergipe e foi então revertido ao Patrimônio da União. Quando o município concluiu, junto ao Governo do Estado, a implantação da nova Orla Marítima, o próprio nacional foi integrado ao conjunto arquitetônico.

Assim, a Cessão, que tem prazo de duração de 20 anos, promoverá a revitalização e conservação de um marco histórico do município e do Estado de Sergipe.

Anderson Sávio, monitor de Comunicação da SPU/SE.

Texto e imagem reproduzidos do site: patrimoniodetodos.gov.br

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 6 de maio de 2015.

Cadernos (especiais) de Receitas



Publicado originalmente no Facebook/Lygia Prudente, em 04/05/2015.

Cadernos (especiais) de Receitas.
Por Lygia Prudente.

Outro dia, arrumando meu “baú” de lembranças, cheguei a uns antigos cadernos, amarelados pelo tempo. Eram livros de receitas, da minha mãe e da minha sogra. Folheá-los, trouxe à tona, lembranças que acalentaram o meu coração, com ricos registros, escritos à mão, traçados e imortalizados. Agora, por conta do clima comercialmente explorado, com a proximidade do Dia das Mães, volto no tempo e até sinto a presença forte das duas, cuja convivência deixou marcas e ensinamentos profundos e colocados em prática diariamente. Interessante imaginar que simples cadernos guardam histórias, lembranças e tradições, através de anotações de uma receita especial, com o carinho e a criatividade muito pessoal de cada uma delas, que puderam provar tudo isso com o toque especial que transformava uma simples receita em pratos divinos. A minha mãe, enquanto teve saúde, abria o livro sobre a mesa da cozinha e começava a inventar receitas nos finais de semana. Ela juntava os ingredientes numa desenvoltura - adicionava o açúcar, leite, manteiga - e voltava a olhar o livro, e da receita escolhida, surgiam receitas diversas, porque ela ia criando e substituindo ingredientes quando não tinha na dispensa algum recomendado no livro. Eu, sentada à mesa da cozinha, ficava observando a concentração no trabalho executado com tanta segurança, e aguardava ansiosa, para comer o que restava da massa de bolo crua... até que chegassem meus irmãos com o quais eu dividia sempre. E assim, surgiam bolos, doces-de-leite, pastéis, molhos... de tudo um pouco. Sinto ainda o cheirinho bom que dominava a casa enquanto o fogão cumpria o seu papel de bom grado: dali surgiam obras de arte como a famosa torta gelada, os deliciosos e inigualáveis cigarretes. Tínhamos uma outra cozinha, separada do corpo da casa, na qual os quitutes eram feitos. Nela haviam dois fogões: um a gás e outro à lenha. Verdade. E, para completar, havia também um tacho grande, de cobre, onde eram feitos os doces batidos de goiaba, colhidas das cinco goiabeiras do nosso quintal. Nossa... como é bom lembrar. Junto à lembrança “viva” da minha mãe, vem também a das minhas avós. Nenete, a quem visitávamos diariamente com o meu pai e que sempre tinha guloseimas, feitas por ela, a oferecer aos netos – doce de leite, de goiaba, de banana, de bolas de queijo e assim vai. Lucila, avó pelo lado materno, morava em Salvador, mas vez por outra estava aqui, cuidando de armazenar a casa dos doces batidos de goiaba, que tanto gostava de fazer no tal tacho de cobre. Como se não bastasse, a minha sogra era “cozinheira de mão cheia” e doceira fina. Com ela aperfeiçoei as minhas ideias criativas na cozinha e reforcei os ensinamentos e as observações culinárias da minha infância. Dessa fase, ficaram as balas de leite condensado – as tais balivas (balas de Maria Aliva – esse era o seu nome), os sonhos de valsa completamente caseiros, sorvete de guaraná, e tantas outras receitas. Constato hoje, que o prazer que tenho pela cozinha tem razão de ser, e, com certeza, essas histórias se perpetuarão com Simone – minha filha, e Elaine – minha nora. Incontestavelmente, com as lembranças vêm os aromas e consigo sentir os cheiros dessas experiências na minha infância e adolescência. Por conta dos Cadernos de Receitas que guardei dessas adoráveis mulheres, e do que eles suscitaram, decidi assim, homenageá-las pelo papel dignificante que sempre exerceram como Mães e o legado que deixaram para os seus filhos, netos e gerações futuras. A felicidade é nossa de tê-las como Avós e Mães.

Texto e imagens reproduzidos do Facebook/Lygia Prudente.

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 5 de maio de 2015.

José Martins Ribeiro Nunes - Zé Peixe (1927 - 2012).

Foto reproduzida do Google.

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE,  de 5 de maio de 2015.

Família Alencar

Dr. Carozo, Flamarion D' Avila Fontes, Dr. Serapião de Aguiar Torres,
 HUNALDO, José Carlos Teixeira, Clodoaldo e Antero.
Foto reproduzida do Facebook/Hunald Fontes de Alencar.

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 4 de maio de 2015.

domingo, 3 de maio de 2015

Em uma festa lá em casa, Joel Silveira cumprimenta...

Em uma festa lá em casa, Joel Silveira cumprimenta seu Correia, pai do indócil Luciano Correia. A nossa casa na Rua Luiz Chagas, na Atalaia da década de 70, 
era território livre para a integração entre gerações.e muita história se fez ali. 
Era um tempo em que misturavamos a intrepidez da novidade
 e o respeito ao legado dos mais velhos.

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 30 de abril de 2015.

Homenagem a J. Inácio




Fotos: Wellington Barreto AAN.

Nascido em 11 de junho de 1911, no povoado Bolandeira, no município de Arauá, interior de Sergipe, José Inácio de Oliveira, o J. Inácio ou Igo (como costumava assinar parte de suas obras) utilizava em suas pinturas cores fortes e repetidas em paisagens que refletem as terras sergipanas.

Em 1931, teve suas obras expostas, pela primeira vez, na antiga Biblioteca de Aracaju. No mesmo ano, ele foi para o Rio de Janeiro, como bolsista do Governo de Sergipe, estudar pintura na Escola Nacional de Belas Artes. Durante sua permanência no Rio, foi premiado no Salão Nacional de Artes Plásticas de 1943 e 1944. Em 1951, retornou a Aracaju e passou a residir definitivamente na capital.

Em 1º de agosto de 2007, já com 96 anos, J. Inácio morre, deixando órfãos todos aqueles que são admiradores de suas obras ligadas ao visual tropicalista e ecológico.

Fonte: Secult.

Postagem originária da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 2 de maio de 2015.