terça-feira, 5 de julho de 2016

Morre Fontes de Alencar, ministro aposentado do STJ


Publicado originalmente no site Consultor Jurídico, em 02/07/2016.

LUTO NO DIREITO.

Morre Fontes de Alencar, ministro aposentado do STJ

Por Marcelo Galli

O ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça e ex-professor da Universidade Federal de Sergipe de Direito e Processo Penal, Luiz Carlos Fontes de Alencar, morreu neste sábado, aos 82 anos. Ele entrou para o STJ em 1989 e se aposentou em 2003. Ele havia passado recentemente por uma cirurgia abdominal e morreu em decorrência de complicações após a operação.

Fontes de Alencar (foto) foi juiz das comarcas de Tobias Barreto, Maruim, Itabaianinha e de Aracaju, todas em Sergipe. Também atuou como membro do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe, desembargador e chegou à presidência Tribunal de Justiça sergipano entre 1985 e 1987. Também deu aulas em diversas universidades e foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe e da Academia Sergipana de Letras.

Para o ministro Paulo Costa Leite, ex-presidente do STJ, Fontes de Alencar foi um “grande magistrado” que “abrilhantou” o Superior Tribunal de Justiça com a sua “vasta cultura jurídica”. “Ele não só pontificou na magistratura como também no magistério superior e no mundo das letras. Sua morte é uma grande perda”.

Em prefácio para uma coletânea de julgados do ministro organizada pelo STJ em 2005, o então presidente do tribunal, ministro Edson Vidigal, afirma que Fontes de Alencar tinha sensibilidade ante as grandes questões sociais e profundo senso de humanismo. “Virtudes plasmadas no trabalho abnegado, no trabalho diuturno voltado para os anseios dos jurisdicionados, para a consecução da paz social, concretizada tão-só quando os homens são verdadeiramente livres”.

Afirma ainda que o ministro aposentado poderia dizer como o Rui Barbosa: “Tenho o consolo de haver dado a meu país tudo o que me estava ao alcance: a desambição, a pureza, a sinceridade, os excessos de atividade incansável, com que, desde os bancos acadêmicos, o servi, e o tenho servido até hoje”.

O presidente da OAB de Sergipe, Henri Clay Andrade, também homenageou o ministro aposentado. "Foi um magnânimo professor de Direito de gerações da comunidade jurídica sergipana. A sua refinada erudição jurídica-literária e a sua retidão ética são legados que se imortalizam na história. Magistrado e ministro do STJ de melhor referência sergipana. Um orgulho. Um farol", disse.

Texto e imagem reproduzidos do site: conjur.com.br

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 3 de julho de 2016.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Morre, aos 91 anos, o empresário Roberto Constâncio Vieira


Especial.

Publicado originalmente no site F5 News, em 27/06/2016.

Morre, aos 91 anos, o empresário Roberto Constâncio Vieira
Notícias Sergipe
Por Marcio Rocha

O empresário Roberto Constâncio Vieira, um dos maiores nomes da história empresarial de Sergipe e do Brasil, morreu na tarde desta segunda-feira (27), em casa, no bairro Atalaia, em Aracaju. De acordo com informações apuradas por F5 News, o empresário se sentiu mal, e sofreu uma parada cardíaca.

A morte do empresário, que tinha uma trajetória de mais de 70 anos de vida empresarial, foi confirmada por seu filho, Ruy Vieira, no início da noite. Roberto Constâncio Vieira faleceu aos 91 anos, 35 dias depois do falecimento da esposa, Maria Cândida Vieira, que morreu no último dia 22 de maio.

Nascido em 21 de março de 1925, Roberto Constâncio Vieira começou muito jovem na vida empresarial. Ainda adolescente, trabalhou nas empresas do pai, Constâncio Vieira, as quais se tornariam um dos maiores conglomerados empresariais do Brasil. Ele iniciou a vida empresarial na empresa Vieira Sampaio, Indústria e Comércio, mas se enraizou na cidade de Estância, onde estabeleceu o próprio negócio, trazendo desenvolvimento para a região centro-sul de Sergipe.

Roberto Constâncio Vieira atuou nas áreas de comércio e indústria de tecidos em Sergipe e no Ceará. Também investiu no setor de produção de bebidas e ergueu duas fábricas de refrigerantes: uma em Sergipe e outra em Alagoas, além de uma cervejaria na Bahia, construiu uma fábrica de cosméticos, indústria de água mineral e atuou no ramo de transportes, projetando cada vez mais o legado idealizado pelo pai, em 1912. Trabalho que consolidou os 104 anos de existência do Grupo Empresarial Constâncio Vieira.

O último grande investimento de Vieira na área empresarial resultou na recente inauguração da fábrica de vidros Saint Gobain, a IVN.

Ação social.

O foco empresarial de Roberto Constâncio Vieira só não superava a sua conhecida prática de amor ao próximo, por meio de ações sociais que trouxeram um grande desenvolvimento urbano para a cidade de Estância, onde ele construiu mais de 500 casas no bairro Bomfim, para moradores da cidade, que pagavam um valor irrisório de aluguel, tendo depois doado os imóveis para as famílias do município. Ainda hoje, ele é lembrado como o homem que promoveu uma transformação na Cidade Jardim. Ele também construiu uma escola na cidade na década de 60.

O presidente da Fecomércio, deputado federal Laércio Oliveira, lamentou a morte do empresário. “Perdemos o maior empresário dos últimos 100 anos da história de Sergipe. Roberto Constâncio Vieira foi o maior ícone de empreendedorismo de nosso estado, promovendo grandes transformações na vida de todos os sergipanos. Foram milhares de empregos que ele gerou com suas empresas, milhares de sergipanos beneficiados com suas ações sociais, milhares de sergipanos que sabiam da sua história marcada por trabalho. Ele foi um grande vencedor na vida e isso o faz ser um homem de eterna memória em Sergipe”, afirmou Laércio.

Através de redes sociais, o governador de Sergipe, Jackson Barreto, também lamentou a perda do empresário. “Roberto Constâncio Vieira foi um grande empresário, que atuou não só em Sergipe, como em Alagoas. Visionário, ele investiu no ramo de água e refrigerantes quando o mercado ainda era desconhecido, abrindo um novo nicho em Sergipe. Roberto preocupou-se não só com o desenvolvimento industrial, como em oferecer emprego a diversos trabalhadores. Com sua partida, o estado perde um excelente empreendedor, que construiu um legado, e um cidadão atuante”, disse o governador.

Roberto Constâncio Vieira será velado na manhã desta terça-feira (28), no Cemitério Parque Colina da Saudade, e será enterrado às 15 horas. O empresário deixa quatro filhos, Ruy, Roberto Filho, Cândida Vieira e Constância, netos, bisnetos e a seu nome na história de mais de 50 mil pessoas que trabalharam nas empresas de seu grupo empresarial.

Texto e imagem reproduzidos do site: f5news.com.br


Morre Roberto Constâncio Vieira

Morreu no final dessa tarde, aos 91 anos, vítima de uma parada cardiáca, o o industrial e empresário Roberto Constâncio Vieira.

Sua saúde ficou abalada após a morte de sua esposa e grande companheira de vida Cândida Vieira, que faleceu há pouco mais de um mês, no dia 22 de maio...

Como um dos familiares acabou de postar, em uma rede social, "é a maior prova de Deus que eles eram realmente inseparáveis".

Na foto de Juliano Oliveira, o registro da celebração dos 70 anos do casamento de Maria Cândida Campos Vieira e de Roberto Constâncio Vieira, com os filhos Ruy Vieira, Cãndida, Constância e Robertinho Vieira.

Texto e imagem reproduzidos do site: madalenasa.com.br

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 28 de junho de 2016.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Morre o Professor Robertão (Roberto Mendonça Maia)


NOTA DE FALECIMENTO

"Faleceu agora no início da noite no Hospital da Polícia Militar, o Prof. Robertão (Roberto Mendonça Maia). O velório será no OSAF, seu corpo será embalsamado para aguardar a chegada de parentes que estão fora do Brasil, e o seu sepultamento ocorrerá na terça feira (21/06/16), às 11:00 horas no Cemitério Santa Izabel. Descanse em paz grande mestre, os seus alunos do Atheneu Sergipense agradece os ensinamentos transmitidos. Nossos votos de pêsames a toda sua familia". (WA).

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 19 de junho de 2016.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Avós maternos de Jorge Ribeiro

"Meus avós maternos, Manoel Durval Andrade e 
Marcia Maciel Andrade (Marcita)". (Jorge Ribeiro).

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 29 de maio de 2016.

domingo, 5 de junho de 2016

A Ponte, a Matriz e o Paço: Aracaju no tempo de Pedro II

  A Ponte.

  A Casa de Oração.

O Paço.

Infonet > Blog Luíz A. Barreto > 12/03/2009.

A Ponte, a Matriz e o Paço: Aracaju no tempo de Pedro II.

Debaixo dos vivas e das palmas do povo, o Apa ancorou às 17 horas do dia 11, mas o Imperador Pedro II somente deixou o navio às 18:30 horas

Por Luiz Antônio Barreto.

A Ponte.

O Ancoradouro, ou Ponte de Desembarque, especialmente construída em fins de 1859, recebeu em Aracaju o vapor Apa, da Companhia Brasileira de Paquetes a Vapor, comandado por Francisco Pereira Pinto, com a comitiva imperial, em sua visita a Sergipe, de 11 a 21 de janeiro de 1860. Debaixo dos vivas e das palmas do povo, o Apa ancorou às 17 horas do dia 11, mas o Imperador Pedro II somente deixou o navio às 18:30 horas, sendo recepcionado por uma comissão de mulheres, pela Comissão do Recebimento (Organizadora da visita) e pela Câmara Municipal, recebendo as Chaves da Cidade, do seu Presidente, atravessando o Arco da praça do Palácio (Fausto Cardoso), toda ela ornada para as festas, e onde um papagaio, bem treinado, gritava Vivas ao Imperador. Pedro II andou, ouvindo os gritos de boas-vindas, um trecho da rua do Barão de Maroim (João Pessoa), atravessando o Arco feito por Horácio Urpia, Vice-Consul de Portugal em Sergipe, e foi assistir, na Casa de Oração São Salvador (Igreja do Salvador), ao Te Deum, após o qual saiu pela rua do Salvador (Laranjeiras), tomando a rua da Aurora (Rio Branco) até a praça, alojando-se no Palácio Provisório, transformado em Paço Imperial (Delegacia Fiscal), onde deu beija-mão aos sergipanos.

A Ponte do Desembarque transformou-se, no tempo, em Ponte do Imperador, passou a ser o maior dos ícones da cidade e capital de Sergipe. Ainda que sua denominação suscite discussão, se ancoradouro ou atracadouro, ou ponte, não resta dúvida quanto ao símbolo que passou a ser, depois da visita imperial. É que antes de ser construída, as pessoas que chegavam a Aracaju desciam dos navios para pequenos barcos e destes chegavam em terra firme nas costas dos estivadores, naquela época escravos, em sua maioria. Não ficava bem que o Imperador Pedro II, sua mulher Tereza Cristina Maria de Bourbon e todos os ilustres integrantes da comitiva imperial tivessem que descer, um por um, nas costas dos trabalhadores do cais. Durante décadas, a Ponte do Imperador serviu mesmo de atracadouro, utilizando-se das laterais para receber os barcos de pequeno e de médio porte, que entravam no estuário do rio Sergipe. Ainda hoje, vez por outra, um vaso de guerra da Marinha brasileira ancora na velha Ponte do Imperador.

Com a resistência de um jovem, contava 34 anos quando esteve em Aracaju, o Imperador Pedro II desceu fogoso do vapor e entrou na praça, misturando-se com o povo para cumprir uma programação que, durante dez dias, mostrou a Província – Aracaju, São Cristóvão, Laranjeiras, Maroim, Estância, o canal do Pomonga, o engenho Escurial – complementando a visão que ele teve de outros pontos de Sergipe, principalmente Vila Nova (Neópolis) e Propriá, quando navegou pelo rio São Francisco, para visitar, em outubro de 1859, a Cachoeira de Paulo Afonso. Seu programa diário de visita em Aracaju significou uma vistoria das obras que estavam em curso na cidade, desde a mudança da capital, em 17 de março de 1855. Um relato completo da visita foi feito por Luiz Álvares dos Santos, médico, professor e jornalista baiano, atendendo ao Presidente da Província Manoel da Cunha Galvão, e publicado na Bahia, pela Tipografia do Diário, em 1860.

A Casa de Oração.

A Casa de Oração São Salvador, mandada construir pelo Presidente Inácio Barbosa e concluída pelo Presidente Salvador Correia de Sá e Benevides, que lhe deu o nome, serviu de Matriz por alguns anos, e por isto o Te Deum para Pedro II foi lá. No púlpito estava o padre José Gonçalves Barroso, o afamado Vigário Barroso, considerado grande orador sacro, nascido em Laranjeiras, mas com larga atuação em São Cristóvão, onde também foi professor e diretor do Liceu Sergipense, fundou a Biblioteca Pública, e foi deputado provincial, manifestando-se, contrário a mudança da capital. O Vigário Barroso fez a exegese do Salmo 137, versículos 13 e 17, para um pequeno mas atento grupo. Entre os assistentes, por fazer parte da comitiva imperial, estava o Capelão Antonio José de Melo, nascido em Sergipe, ordenado na Bahia, Cônego da Catedral do Rio de Janeiro,Vigário Geral, Capelão das duas viagens de Pedro II. A Casa de Oração, que com a construção da Igreja Matriz (Catedral) passou a ser uma capela, ou uma pequena igreja, também é ícone de Aracaju, tendo já completado 150 anos de construída.

A comitiva imperial foi hospedada no Palácio Provisório, mandado construir também no tempo de Inácio Barbosa, na praça do Palácio, esquina com a rua da Aurora. O prédio passou por uma adaptação, com acréscimos, e uma decoração especial para aqueles dez dias de delírio da nascente sociedade aracajuana. Pinturas, quadros, móveis, objetos de decoração, quase todos fornecidos pelo comerciante argelino José Narboni, fizeram do improvisado Paço Imperial um símbolo de luxo, digno da nobreza brasileira e naqueles dias um centro de manifestações festivas.

O Paço.

Foi lá, no mesmo dia 11 de janeiro de 1860, que Pedro II enfrentou a fila do beija mão, hábito que ainda perdura no Brasil, e em Sergipe. Era comum, no dia 31 de dezembro, que formassem filas no andar superior do Palácio Olímpio Campos, para os cumprimentos ao Governador. O velho beija mão do Imperador sobreviveu em Aracaju. O prédio continuou servindo, por algum tempo, de Palácio da Província, mas foi substituído pelo novo Palácio, que na primeira década do século XX recebeu o nome do sacerdote e político Olímpio Campos, morto na chamada Revolta de Fausto Cardoso. O prédio que mais tarde foi ocupado pela Delegacia Fiscal é, igualmente, outro ícone da cidade, mantendo suas formas e guardando esse capítulo especial da história de Sergipe, que foi a festiva visita imperial.

Texto e imagens reproduzidos do site: infonet.com.br/luisantoniobarreto

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, em 4 de junho de 2016.

José Martins Ribeiro Nunes, o Zé Peixe


José Martins Ribeiro Nunes, o Zé Peixe.

Figura inesquecível. Realizando travessias a nado de forma impressionante, seus grandes feitos nas águas do Rio Sergipe são lembrados até hoje. Homem das águas, condutor de embarcações e figura lendária, José Martins Ribeiro Nunes, o querido Zé Peixe, deixou este mundo no dia 26 de abril de 2012. Que neste dia, lembremos de sua importância e legado para Aracaju e Sergipe.

Foto: Ed Kashi.
Imagem e Legenda reproduzidas do Facebook/Fan Page/JAF/PMA.

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 4 de junho de 2016.

Um dos primeiros "mercadinho" de Aracaju


"Um dos primeiros "mercadinho" em Aracaju, de Pedro Antonio (falecido), conhecido como Pedro Reservista, a mais de 50 anos na esquina da Av. Barão de Maruim com Arauá, sob administração de Reginaldo, seu filho, com nova pintura, quem conhece curta e comente". (Jorge Ribeiro).

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 14 de maio de 2016.

domingo, 22 de maio de 2016

Cultura de Luto - Morre Hunald Fontes de Alencar

Hunald Fontes de Alencar nasceu em Estância em 10 de novembro de 1942, sendo filho do poeta Clodoaldo de Alencar e Dona Eurydice Fontes de Alencar. Ele é jornalista, teatrólogo, ex-diretor da Galeria de Arte Álvaro Santos, compositor musical e letrista.

Publicação originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 21 de maio de 2016.

Hunald Fontes de Alencar (HUNALD DE ALENCAR)




Hunald Fontes de Alencar.

Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, Professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. Letrista e compositor de música popular, tendo sido premiado em vários festivais. Jornalista ex-Diretor da Galeria de Arte "Álvaro Santos ". Professor de Literatura (hoje à serviço do Colégio Estadual Vitória de Santa Maria). Filho de poeta (Clodoaldo de Alencar), irmão de artista (Leonardo Alencar), jurista (Luiz Carlos Fontes de Alencar), intelectual (Clodoaldo de Alencar Filho). É bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, Professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. Letrista e compositor de música popular, tendo sido premiado em vários festivais. Jornalista ex-Diretor da Galeria de Arte Álvaro Santos. Membro da Academia Sergipana de Letras. Várias obras publicadas, entre elas: Tempo de Leste, Oito poemas densos, Verde silêncio da semana, Poemas de kandor ou a escravidão dos deuses, Uma vez em dolduvai, Elogio dos peixes ágeis, A solidão das palavras, Verde silêncio da semente, Ária suspensa e também A vassalagens das pedras. Por este último ganhou o prêmio Santo Souza, da prefeitura de Aracaju...

Fonte: site antoniomiranda.com.br

Publicação originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 21 de maio de 2016.

sábado, 21 de maio de 2016

Morre aos 74 anos, o dramaturgo sergipano, Hunald de Alencar


Publicado originalmente no site A8 SE., em 21/05/2016.

Morre aos 74 anos, o dramaturgo sergipano, Hunald de Alencar.

Redação Portal A8.

Faleceu na madrugada deste sábado (21), aos 74 aos, Hunald de Alencar, professor e dramaturgo sergipano. Ele morreu em casa, no apartamento em que morava no bairro Atalaia, em decorrência de um infarto.

Segundo familiares, ele estava na companhia de um amigo quando passou mal, por volta das 23h40. O SAMU foi acionado, mas Hunald não resistiu. O velório está sendo realizado, no Osaf, da rua Itaporanga e o sepultamento será no final da tarde, no cemitério Santa Izabel.

Histórico.

Hunald escreveu o texto o espetáculo "Billie Holliday", quando o teatro sergipano estava muito mais em evidência. O dramaturgo nasceu em Estância, no ano de 1942. Iniciou no teatro no Grupo TIM - Teatro Infantil do Colégio Modelo, onde atuou como ator na peça “A Bruxinha Que Era Boa”, de Maria Clara Machado. Depois fez parte do Tegebê, onde montou a peça Eles Não Usam Black-tie, de Gean Francesco Guarnieri, e Festim Diabólico.

Como diretor, dirigiu o espetáculo Corpus, com o Grupo Opinião, e a peça O Violão de Rua, com o CPC - Centro Popular de Cultura. Como autor, escreveu as peças Os Maguinus, Uma Vez, o Amor..., Quem Matou o Público... Corpus, A Escravidão dos Deuses e A Morte do Doutor Pontual. É formado em Direito e Letras, e ocupa a cadeira de número 10 da Academia Sergipana de Letras.

Texto e imagem reproduzidos do site: a8se.com

Publicação originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 21 de maio de 2016.

Homenagem a Hunald de Alencar

 Encontro de poetas e grandes amigos, Araripe e Hunald Fontes de Alencar, na posse da imortal Antonia Amorosa Sergipana, na Academia Iatabaianense de Letras, em Itabaiana/SE.
Com informação de Pascoal Maynard.
Foto: arquivo Pascoal Maynard.
Publicação originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE.

Hunald Alencar sendo entrevistado por Pascoal Maynard, em novembro de 2014
Publicação originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE.

HUNALD FONTES DE ALENCAR é Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, Professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. Letrista, jornalista e compositor de música popular, tendo sido premiado em vários festivais.
Publicação originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=389492811069839&set=gm.403436059685063&type=3&theater

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Antigo casarão de Sílvio Garcez Vieira

Antigo casarão de Sílvio Garcez Vieira, localizado
na Praça Almirante Tamandaré, em Aracaju/SE.
Foto reproduzida do Facebook/Roberto Garcez.
Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 5 de maio de 2016.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Dep. Antônio Torres, presidindo da Assembléia Legislativa de SE.

Acervo da família Torres. Túnel do tempo 1960. Deputado Antonio Torres Júnior, Presidente da Assembléia Legislativa de Sergipe no Governo Luiz Garcia. Presidente: Torres Jr. 
Vamos identificar os parlamentares... Isto é Sergipe. É Brasil.
Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 19 de abril de 2016.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Lúcio Prado Dias, membro da Academia Sergipana de Letras


O médico e escritor Lúcio Prado Dias é o mais novo membro da Academia Sergipana de Letras. O novo membro passa a ocupar a cadeira de número 36 na entidade, lugar que antes era ocupado por Acrísio Torres de Araújo, falecido em dezembro de 2015. (Fonte: Infonet).

Foto reproduzida do Facebook/Lucio Prado Dias.

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 5 de abril de 2016.

Academia de Letras elege médico como novo membro

Colegiado eleitoral e membros da Academia Sergipana de Letras.
Foto: Portal Infonet.

Infonet > Cultura > Noticias > 04/04/2016.

Academia de Letras elege médico como novo membro.

Lucio Prado Dias foi eleito com 18 dos 35 votos válidos.

O médico e escritor Lucio Prado Dias é o mais novo membro da Academia Sergipana de Letras. Ele foi eleito pelo colegiado eleitoral nesta segunda-feira, 4, recebendo 18 dos 35 votos válidos, superando o adversário Antonio Francisco de Jesus, conhecido como Saracura, e que obteve 15 votos, e Antonio Porfírio, que teve apenas um voto. Lúcio, além de médico, é presidente da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores (Sobrames).

Já eleito, o novo membro passa a ocupar a cadeira de número 36 na entidade, lugar que antes era ocupado por Acrísio Torres de Araújo, falecido em dezembro de 2015. O modelo de cargo é vitalício, honorífico e sem remuneração, já que a Academia Sergipana de Letras se trata de uma sociedade civil sem fins lucrativos.

Por Ícaro Novaes e Verlane Estácio com informações da ASL.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 5 de abril de 2016.

sábado, 2 de abril de 2016

Etelvina Amália de Siqueira


Etelvina Amália de Siqueira.

Etelvina Amália de Siqueira (Itabaiana, 5 de novembro de 1872 " Aracaju, 10 de março de 1935) foi uma poetisa, contista, jornalista, oradora e declamadora brasileira, autora de vários hinos escolares e participante da campanha abolicionista na Sociedade Libertadora Sergipana.

Nasceu em Itabaiana no ano de 1872, sendo filha de José Jorge de Siqueira e Rosa Maria de Siqueira. Em sua terra natal, teve os primeiros contatos com as letras e cursou o primário. Deixou seu chão na adolescência juntamente com sua família, dirigindo-se a Aracaju.

Em Aracaju, após aprovada em exames de seleção, ingressou na primeira turma da Escola Normal feminina do Asilo Nossa Senhora da Pureza, implantada em 1822. Nessa instituição de ensino, destacou-se pela sua inteligência e dedicação aos estudos, tornando-se um exemplo para as demais colegas de classe. Formou-se professora em 11 de novembro de 1884. Segura, confiante e preparada para exercer o magistério, Etelvina após a formatura fundou o seu próprio colégio particular para o ensino primário e secundário de 1885 a 1890 (PINA, p. 193), ingressando para a vida profissional como docente. Em seguida, foi nomeada professora pública na Barra dos Coqueiros de onde foi removida em 31 de janeiro de 1891 para a aula elementar anexa a Escola Normal. No mesmo estabelecimento de ensino, em 1911, além da função de professora, exerceu o cargo de Auxiliar do diretor da Escola Normal e Anexo. Em 1912, passou a lecionar língua portuguesa nessa mesma instituição.

A abalizada educadora foi uma voz dissonante e fervorosa contra a continuidade da escravidão no país. Em virtude disso, atuou sobre dois aspectos: discursivo e intelectivo. Enquanto aquele defendia o abolicionismo com pronunciamentos calorosos na "Cabana do Pai Tomaz" (1883), este abrandava a exclusão educacional sofrida pelos filhos libertos das escravas ao lecionar gratuitamente na casa do seu tio Francisco José Alves, onde funcionava a sociedade supra citada.

A sua vocação intelectual e profissional não se estanca na educação, nem na luta abolicionista, pois vislumbramos sua importantíssima contribuição de cunho jornalístico por meio de discursos e artigos escritos em diversos jornais sergipanos ("O Libertador", "O Planeta", "Gazeta de Sergipe" e o "Estado de Sergipe") e no jornal "A Discussão" do Rio Grande do Sul.

A distinta Etelvina também enveredou por caminhos da literatura com obras de alta qualidade (poemas e contos), legando-nos uma vasta produção espalhada por jornais do seu Estado e no Almanaque Sergipano.

Entre as temáticas abordadas em suas composições poéticas destacamos: o abolicionismo ("Ao Amigo do Escravo"; transcrito por Pina, s/d, p. 197-98); a educação ( "No levante da Pátria", "Soa Além do Clarim" e "Surgem Auroras", transcrito por Freire, 1988, p. 39) produzidos para o início das aulas; exaltação a personalidades como: Fausto Cardoso ("A Fausto Cardoso"e "No Terceiro Aniversário da Morte do Dr. Fausto Cardoso", idem, 1988, p. 200) e Tobias Barreto ("Quadras a Tobias Barreto", Idem, 1988, p. 200) e a natureza ("O Pôr do Sol", idem, 1988, p. 199).

Também Etelvina foi uma afamada oradora e dentre os grandes discursos, salientamos o proferido em razão da colocação do retrato no salão nobre da Escola Normal e Anexo do governo do estado Dr. José Rodrigues da Costa Dória e pela inauguração do edifício destinado à mesma instituição em 1911.

Escreveu artigos nos jornais engajados na abolição da escravatura, principalmente em O Libertador, e participou da Hora Literária, embrião da Academia Sergipana de Letras.

Com toda certeza, a poetisa itabaianense foi um marco no rompimento da situação de submissão intelectual e de preconceito em relação à figura feminina na sociedade sergipana, a qual estava submetida aos caprichos do homem e aos afazeres domésticos. Segundo Thétis Nunes um dos motivos, provavelmente dessa mentalidade foi o temor do "homem que a mulher letrada escapasse ao seu mandonismo tradicional"

A pioneira serrana fez a diferença. Lutou arduamente enquanto teve forças físicas e mentais em prol da educação e da literatura sergipana, além de ter sido um exemplo para as mulheres de seu tempo. Mas aos 18 de março de 1935, exaurida pelo tempo e o desgaste de tantas lutas, a admirável professora cessou a sua estada neste chão.

Bibliografia:

FREIRE, Ofenísia Soares. Etelvina Amália de Siqueira: Pioneira das Intelectuais Sergipanas. In: Cadernos de Cultura do Estudante. Aracaju: UFS, ano V, v. 5, 1998, p. 27- 4.

GUARANÁ, Armindo. Dicionário Biobibliográfico Sergipano. Rio de Janeiro: Estado de Sergipe, Empresa Gráfica Editora Paulo, Pongetti e C., Rio de Janeiro, 1925, p. 75.

LIMA, Laís Amaral Vieira. A Participação Feminina na Imprensa Abolicionista em Aracaju (1881-1885): Etelvina Amália de Siqueira. São Cristóvão, 1998. (monografia de conclusão de curso em licenciatura em História pela UFS), p. 15-28.

PINA, Maria Lígia Madureira. A mulher na história. s/l.: s/e., s/d., p. 193-204.

SANTOS, Maria Nely. A Sociedade Libertadora: "Cabana do Pai Thomaz", Francisco José Alves, uma História de vida e outras histórias. Aracaju: J. Andrade, 1997, p. 105.

NUNES, Maria Thétis. História da Educação em Sergipe. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984, p. 47.

PINA, Maria Lígia Madureira. A mulher na história. s/l.: s/e., s/d., p. 193-204.

SANTOS, Maria Nely. A Sociedade Libertadora: "Cabana do Pai Thomaz", Francisco José Alves, uma História de vida e outras histórias. Aracaju: J. Andrade, 1997, p. 105.

Fonte: Wikipédia.

Texto e imagem reproduzidos do site: onordeste.com

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 01 de abril de 2016.

Oviêdo Teixeira - Memórias do "Sujeito"



Publicado originalmente no site Guia de Itabaiana.

Oviêdo Teixeira - Memórias do "Sujeito".

Nascido em 9 de abril de 1910, Oviêdo Teixeira foi o quinto filho, dentre os catorze gerado por João Teixeira e Maria São Pedro Teixeira, conhecida como Dona Caçula. A vida da família era dividida entre a Fazenda Taquari, na fronteira com Frei Paulo, e o sítio Santa Cruz, próxima à matriz de Itabaiana. Para a maioria das famílias daquela época, desprovida da industrialização, a rotina do viver era idêntica: lavrar a terra, semear, dar os tratos culturais e aguardar a colheita, que servia em primeiro lugar, para o sustento e a sobrevivência. Todavia, o destino de Oviêdo não estava atrelado apenas à vida do campo. O Sr. João Teixeira e Dona Caçula desejavam muito mais para seus filhos.

Respaldado pelo exemplo de seu pai e aliado ao rigor dada pela matriarca Dona Caçula, Oviêdo teve o alicerce sólido para a construção de um futuro promissor. Muito cedo, aos nove anos de idade, foi encaminhado na digna tarefa de trabalhar. Seu primeiro serviço foi no comércio de Itabaiana, na Casa Mesquita. O ramo era o comércio de tecidos.

Toda Segunda-feira, Oviêdo freqüentava um local que lhe foi de grande valia para consolidar a experiência e lapidar o tino comercial para ser bem sucedido no indispensável ramo do comércio. Era a feira de negócios da cidade de Itabaiana e região circunvizinha, conhecida como Saco do Ribeiro (atualmente Ribeirópolis).O tempo foi passando. O menino Oviêdo cresceu, transformando-se em um jovem com inesgotável vontade de trabalhar e de vencer na vida. Adorava o comércio. Aos 19 anos, Oviêdo, já era gerente de compras da Casa Mesquita. Mas sonhava mais alto. Almejava abrir seu próprio negócio, e foi o que aconteceu.

Na plenitude da sua vida, Oviêdo tinha como atividades empresariais à direção da Cimavel. Foi criador e patrono da Norcon, Discar e Bomfim; além de atividades sociais que fazia parte como a Associação Comercial de Sergipe no biênio 1959/1960; foi o fundador e 1º Presidente do Clube dos Diretores Lojistas de Aracaju; presidente do Rotary Clube de Aracaju; diretor da Associação de Criadores de Estado de Sergipe; diretor e conselheiro da Associação Brasileira de Criadores de Zebu; além de ter sido fundador do MDB – Movimento Democrático Brasileiro, e Deputado Estadual em Sergipe no período de 1974-1978.

Em 02 de julho de 2001 morre aos 91 anos de idade, um dos maiores empresários que Sergipe já teve, deixando uma lição de vida e um legado de prosperidade e honestidade para sua família e todos os sergipanos.

A Trajetória de um vencedor:

- 1910 – Nasce Oviêdo Teixeira em 09 de abril na Fazenda Taquari em Itabaiana. Filho de João Teixeira e D. Caçula. Morando por muitos anos no sítio Santa Cruz onde foi construído o atual estádio Presidente Médici.

- 1919 – Aos 09 anos de idade, começa a trabalhar no ramo de tecidos como funcionário da Casa Mesquita em Itabaiana.

- 1929 – Oviêdo, com o apoio da mãe, abre seu próprio negócio – a Casa Teixeira, em Saco do Ribeiro atual cidade de Ribeirópolis.

- 1931 – Os negócios crescem e aos 21 anos de idade Oviêdo instala a matriz da Casa Teixeira na cidade de Itabaiana.

- 1933 – Sua mãe, concorda em vender a Fazenda Taquari com o objetivo de investir na Casa Teixeira.

- 1933 – Com o produto da venda da Fazenda Taquari – 34 contos de réis, Oviêdo embarca no navio Itaquara com destino as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo para comprar diretamente dos fabricantes mercadorias para sua loja.

- 1935 – Oviêdo casa-se com Alda Mesquita filha do seu ex-patrão. Desta feliz união nasceram sete filhos José Carlos, Gilza Maria, Luiz Antônio, Tarcísio, Maria Celi, João e Ana Maria.

- 1939 – Conquistando novos horizontes, instalou a Casa Teixeira na capital sergipana, criando conceito e reputação incomparáveis.

- 1942 – Adquiriu a Fazenda Salgado, no município de Frei Paulo, onde desenvolveu a criação de gado Zebu, raça Indu-Brasil. O estado de Sergipe adquiriu fama nacional como celeiro produtor dos melhores exemplares desta raça.

- 1960 – Estimulou e apoiou o genro José Lauro Menezes a adquirir a empresa de ônibus Bomfim.Oviêdo manteve para si uma linha de ônibus que operava entre Aracaju e Itabaiana durante cerca de 20 anos.

- 1961 – No dia 21 de dezembro de 1961, numa atitude pioneira, Oviêdo funda o Clube de Diretores Lojistas de Aracaju, que mais tarde se chamaria CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas. Este foi um importante marco para o desenvolvimento do comércio de Sergipe.

- 1962 – Adquiriu a concessionária Ford, que mais tarde seria denominada Cimavel, a e Saboaria Celeste. E, no mesmo ano adquiriu também a Sociedade Nordestina de Construções – atual Norcon.

- 1964 – Com a instalação do Regime Militar no país, participou juntamente com o seu filho mais velho José Carlos Teixeira da criação do MDB em Sergipe.

- 1968 – Oviêdo fecha a Casa Teixeira, saindo do ramo do comércio de tecidos, para a cuidar de seus novos e promissores empreendimentos.

- 1970 – Última investida empresarial, juntamente com o irmão Elpídio e seu genro Carlos Lyra compra a Discar.

- 1974 – Eleito Deputado Estadual. Desiludido com a vida político-partidária, logo após afasta-se, para se dedicar a sua vida empresarial.

- 1979 – Das poucas tristezas da vida a maior foi a doença fatal que levou sua esposa Alda para o leito, privando-a do convívio festivo do lar.

- 2001 – Um dos maiores empresários que Sergipe já teve morre aos 91 anos de idade deixando uma lição de vida e um legado de prosperidade e honestidade para sua família e todos os sergipanos.

Frases do "Sujeito":

- “Existem momentos na vida em que não podemos titubear na tomada de decisões, mesmo que sejam dolorosas para o coração. O que prevalece é a razão”.

- “Não há um mal que não traga um bem, pois só percebemos com o passar do tempo que Deus está enviando uma mensagem”.

- “A vida é construída através de decisões ousadas”.

- “É preciso acabar com este povo pessimista. O Brasil é um país de futuro”.

- “Ainda não perdi a esperança de chegar o inverno. Ele chega já”.

- “Na nossa vida, não há problema sem solução”.

- “Não existe crise quando as pessoas estão dispostas a trabalhar”.

- “Só se vence com trabalho”.

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Fonte de consulta: Minha Vida – Oviêdo Teixeira,
por Lúcio Sérgio de Andrade.
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Texto reproduzidos do site: guiadeitabaiana.com.br

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 01 de abril de 2016.

Sergipe relembra trajetória do líder João Mulungu



Publicado originalmente no site Palmares, em 19 de janeiro de 2012.

Sergipe relembra trajetória do líder João Mulungu.
Por Daiane Souza.

Na data em que o Estado de Sergipe celebra o Dia Estadual de Denúncia contra o Racismo – 19 de janeiro – a população negra sergipana relembra a trajetória de um de seus maiores líderes do século XIX: João Mulungu. O negro que representa as aspirações democráticas do povo de sua raça foi responsável pela libertação de milhares de escravos no colonialismo. A Lei que institui a data voltada a reflexão sobre o racismo no estado é a mesma em que foi capturado este herói da resistência, em 1876.

Nascido em 1851, em uma senzala de Laranjeiras, a 19 quilômetros da capital Aracaju, João Mulungu foi a maior liderança dos quilombos sergipanos. Escravo com profissão de pedreiro, Mulungu viajava por toda a província. Nos anos de 1860, tornou-se conhecido por interagir com grupos revolucionários do município onde nasceu. A região foi considerada berço do pensamento progressista, onde se difundiram pensamentos humanistas e ações libertárias dos negros do estado.

Trajetória - Tendo presenciado a mãe ser morta a chicotadas, Mulungu se revoltou e como um legítimo guerreiro deu início a sua luta pela libertação dos escravos. Formou quilombos predatórios, colaborou com as fugas de milhares e fortaleceu o contingente de negros em Sergipe. Teve sua trajetória contestada pelas autoridades que desejavam tê-lo como troféu.

Traído por um escravo, João Mulungu foi preso em 19 de janeiro de 1876 e sua captura foi destaque em todo o país. A divulgação de sua morte teve como objetivo demonstrar a extinção dos quilombos de Sergipe, porém alcançou efeito inverso ao esperado pela Coroa: com a morte do herói houve o recrudescimento do movimento pela liberdade.

A união dos negros sergipanos ganhou ainda mais força com outros movimentos abolicionistas que aconteciam pelo Brasil e que levaram, em 1888, a assinatura da Lei Áurea. O poder Legislativo da cidade de Laranjeiras reconheceu em 1990, por meio do Decreto-Lei 407 a importância de João Mulungu transformando a data de sua prisão em Dia Estadual de Denúncia contra o Racismo.

Zumbi sergipano – João Mulungu ficou também conhecido como “Zumbi sergipano”. Este título se deu por semelhanças com a história do Herói Nacional Zumbi dos Palmares que viveu no Estado de Alagoas dois séculos antes de seu nascimento. Ambos dedicaram suas vidas à mesma causa, lideraram grandes mobilizações, foram perseguidos e assassinados pelos mesmos motivos.

Nos anos de 1690, era interessante à Coroa Real a morte do negro que liderou o maior quilombo já existente na América Latina. Desmoralizar Zumbi significava mostrar aos negros o que aconteceria aos demais quilombos que se estruturavam pelo país. Traído por um companheiro, Zumbi foi preso, torturado e assassinado. Sua cabeça foi exposta em praça pública a fim de desmentir a crença da população sobre sua imortalidade.

Texto - reproduzidos do site: palmares.gov.br
Imagem - reproduzida do site: infonet.com.br

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 01 de abril de 2016.

Homenagem a personalidades Sergipanas



Homenagem a personalidades Sergipanas.

Tobias Barreto (1839-1889), filósofo, escritor e jurista...

João Ribeiro, jornalista, crítico literário, filólogo, historiador, pintor, tradutor e membro da Academia Brasileira de Letras (Laranjeiras, 24 de junho de 1860 - Rio de Janeiro, 13 de abril de 1934).

Fonte: sesc-se.com.br

Imagem reproduzida do site: sesc-se.com.br

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 01 de abril de 2016.

Exposição conta a História do bispo Dom José Brandão




Publicado originalmente no site Redentoristas, em 25 de Maio de 2015.

Exposição conta história do bispo redentorista, dom José Brandão

Uma exposição em Juiz de Fora (MG) recorda a história do bispo redentorista, Dom José Brandão de Castro, C.Ss.R que nasceu no início do século 20. A mostra 'Dom José Brandão: Um fiel seguidor de Santo Afonso' promovida pela Província Redentorista do Rio de Janeiro traz diversos objetos utilizados pelo bispo em seu ministério.

Dom José Brandão foi escolhido pelo Papa João XXIII para ser o primeiro bispo da Diocese de Propriá, em Sergipe. Nessa diocese, o bispo permaneceu de 1960 a 1987, onde atuou junto a camponeses, índios, sem-terra, pescadores e quilombolas que constituíam o segmento mais pobre do estado sergipano.

Dom José Brandão de Castro nasceu na cidade mineira de Rio Espera, no dia 24 de maio de 1919. Seus pais, César Augusto de Oliveira Castro e Maria Afonso Brandão de Castro, profundamente católicos, tiveram ainda outros sete filhos. A mãe tinha o sonho de ver o filho sacerdote. Aos 13 anos entrou para o Seminário Menor de Mariana e anos depois, no dia 28 de janeiro de 1939, decidiu: “Quero ser um Redentorista”. Seguiu o itinerário formativo e foi ordenado presbítero no dia 06 de janeiro de 1944.

Ao longo de seu ministério presbiteral participou intensamente da vida da Congregação, ocupando vários cargos e vivendo em diversas comunidades da Província do Rio até receber a sua nomeação para bispo na década de 60.

Permaneceu em Sergipe até o ano de 1987, quando já adoentado e esgotado, resolveu pedir para voltar à Província. Foi diagnosticado com a doença de Alzheimer e acabou por falecer em Curvelo (MG), em 1999.

Após sua morte, alguns de seus colaboradores fundaram, em Aracaju, o Centro Dom José Brandão de Castro (www.cdjbc.org.br), organização não-governamental voltada para a ação social e a defesa dos trabalhadores rurais de Sergipe...

Fonte: Província do Rio.

Texto e imagens reproduzidos do site: a12.com/redentoristas

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 31 de março de 2016.