domingo, 20 de julho de 2014

Alberto Carvalho

"Eu, minha mãe e Iselt "tietando" Alberto Carvalho quando do lançamento de seu último livro na biblioteca pública Epifânio Dórea: "Leonardo, Bernini e outros Poemas".
 Acredito que tenha sido em 1999". (Ludwig Oliveira).

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 9 de janeiro de 2014.

Ciano Dias e o cantor José Augusto Sergipano (1966)

Ciano Dias e o cantor José Augusto Sergipano em Aquidabã - 1966.

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 26 de abril de 2013.

Antiga foto da Praia de Atalaia, em Aracaju

"Imaginem como era a Atalaia, bem atrás do hoje, hotel Beira Mar". (Bete Figueiredo).

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 23 de agosto de 2011.

Antigo Cartão de Boas Festas de Aracaju


Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 12 de dezembro de 2011.

sábado, 19 de julho de 2014

Rubina



Publicado originalmente na Fan Page de Petrônio Gomes,
no Site do Facebook, em 11 de julho de 2014.

Rubina.
Por Perônio Gomes.

Muitos a chamavam de “Mãe Rubina”, inclusive o velho cancioneiro Sílvio Caldas, que a citou em uma de suas gravações.

E quem era “Mãe Rubina”? Uma mulherzinha franzina, de andar nervoso, sempre descuidada da própria aparência. Usava longos vestidos de fazenda barata, trazia uma carteira preta sob o braço e era portadora de um vocabulário que fazia corar um frade de pedra.

Vejo-a com meus olhos de criança, apressada, a caminho do Mercado, um molecote ao encalço, conduzindo um cesto enorme para a feira do seu hotel.

O “Rubina Hotel”, como era chamado, ocupava todo o terreno onde se ergue hoje o Palácio da Justiça. Um casarão comprido, com tantas janelas para a rua de Pacatuba quantos eram os seus modestos quartos para viajantes. Escapou à invasão cruel das repartições públicas, responsável pelo desfiguramento de tantas moradas elegantes, autora da expulsão dos candelabros, das poltronas que cercavam os pianos, dos reposteiros antigos. Ao se transferirem para novos prédios, construídos sob encomenda para a legião de gabinetes frios, deixaram somente sombras, restos mutilados de belas mansões, pedindo a misericórdia de uma demolição.

O Rubina Hotel felizmente logrou escapar ao assalto. Foi, quando muito, aproveitado para a exposição de mudas do Horto Florestal da Ibura. Na varanda simpática, contígua ao refeitório de então, arrumaram brotos de acácias, leques de crótons vermelhos, cujas folhas balouçantes ao sabor da brisa famosa pareciam dar um último e inocente adeus à velha pensão, ao querido lar de Rubina. Era ali que se alinhavam as “preguiçosas”, nas quais se recostavam os viajantes, após o café da noite, para ouvirem as costumeiras retretas da banda da Polícia Militar na Praça Fausto Cardoso.

Tempos românticos, de ternos brancos e sapatos de verniz, de vestidos de bolero e de redinhas nos cabelos. O namoro era mais gostoso que o noivado e o flerte mais saboroso do que o namoro. As moças desfilavam ao redor da praça, quatro ou cinco de braços dados e olhos ariscos para os rapazes “de fora”, numa ciranda bordada de feitiço. Seguir, atentamente, a de vestido azul até sua volta pela frente do Rubina Hotel, era como esperar o ponteiro de um relógio.

Só quem não era romântica, afinal de contas, era Rubina. Ela não parava. Empurrava as portas entreabertas, xingava, ameaçava. Dizia a muitos que procurassem outro hotel, se não estivessem satisfeitos com sua ‘lei’. Entretanto, nenhum dos rapazes pensava em deixar Rubina. Talvez pelo carinho oculto que havia em suas palavras ríspidas, pois muitos deles eram bastante jovens. É possível, pois, que nos ‘carões’ de Rubina, ouvissem as advertências maternas, sentissem a presença das próprias genitoras, quem sabe?

O fato é que, de vez em quando, um hóspede alegre, na flor da idade, segurava Rubina e a abraçava longamente. Dir-se-ia que Rubina, então, vivia, ouvindo a ressonância do seu amor esquisito, perdida entre os braços de um rapagão que poderia ser seu filho. Esses abraços, não raras vezes, fizeram silenciar na garganta os famosos palavrões de Mãe Rubina...

Mãe Rubina dos vestidos longos, dos sapatos grosseiros, dos palavrões da boca pra fora. Mãe Rubina que passava a mão sobre a cabeça de um garoto maltrapilho e que lhe entregava, em segredo, uma moeda, como que envergonhada do tamanho do próprio coração! Mãe Rubina que hospedou artistas fracassados, num convênio de amor puro com Juca Barreto, do Cinema Rio Branco.

Mãe Rubina que angariava donativos para a festa do Senhor dos Passos, o padroeiro da sua Maruim, cujos pobres jamais esqueceu. Mãe Rubina a fitar as ondas de renda da Atalaia, já perto do fim, carregando sua velha carteira preta sobre o braço. Dinheiro, na bolsa surrada de Rubina? Qual nada! Apenas retratos apagados de pessoas queridas, restos de imagens afagadas pela ternura do seu olhar bondoso.

Mãe Rubina da carne do sol com macaxeira pela manhã, Mãe Rubina dos desaforos de todas as horas, Mãe Rubina do amor desajeitado e comovente de sempre...

Hoje, passo devagar pelo Palácio da Justiça cujo alicerce repousa no lar que foi de Rubina, uma mulher justa. E penso que bem poderia ser escolhido o seu nome para o edifício solene onde se reúnem circunspectos doutores da lei. Ah, se a Lei sob a qual perfilam fosse igual a ‘lei’ de Rubina, com repreensões e perdões, com xingamentos e contas esquecidas!

Simples devaneios de um cronista, a quem a realidade vem lembrar que nunca, em tempo algum, a lei dos homens foi tratada por “mãe”...

(Imagens extraídas do blog sergipeemfotos.blogspot.com.br).

Fotos e texto reproduzidos do Facebook/Fan Page/Petrônio Gomes.

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 13 de julho de 2014.

Pedro Jorge e Flávio Salles

"Recordações do II Festival de Música do Colegio Franco-Brasileiro, no Rio de Janeiro... 
Detalhes nossa musica ficou em 3º lugar... Sensacional". (PJMM).

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 24 de agosto de 2011.

Festa da primavera no Colégio São José, em Aracaju


"Festa da primavera no Colégio Sao José. Minha irma Clarinha era uma das borboletas. Eu so reconheço na foto a 2 abelha que é Liana Dantas Nascimento, a 3 abelha é Leila de Oliveira Pinto (filha de Dr. Onésimo Pinto hj psicóloga em SSA) Minha irma é a 3 borboleta, e Isabel ladeira a ultima borboleta do lado esquerdo. A 2 flor é Silvinha. Nao lembro dos meninos". (AMB).

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 23 de agosto de 2011.

Ligia Aragão, Leda Ramalho e Sônia Beatriz Centurión

"Carnaval no Iate Clube em 69! Ligia Aragão, Leda Ramalho e Sônia Beatriz Centurión! 
Trio inseparável". (Sônia Beatriz).

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 23 de agosto de 2011.

1976 - Beth Maia, Silvana, Thaís Bezerra, Liana e Márcia Flores.


Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 31 de agosto de 2011.

Atalaia Nova, município de Barra dos Coqueiros (31.08.11)

A fúria do mar na Atalaia Nova, município de Barra dos Coqueiros (31.08.11).

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 01 de setembro de 2011

Tour Histórico e Arquitetônico da nossa Aracaju de Ontem










Tour Histórico e Arquitetônico da nossa Aracaju de Ontem, com fotos de hoje, feitas pelo membro do Grupo do Facebook/Minha Terra é SERGIPE, Acácia Maria Brandão.

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de setembro de 2011.

Dinho Duarte (com banana na mão)

"Voltei pra falar de saudades dos que se foram, e nesta foto à esquerda Dinho Duarte...
muitas saudades!".(GT).

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 28 de agosto de 2011.

Djaldino Mota Moreno

Pesquisador sergipano e coordenador do Núcleo Regional Sergipe do Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro, Djaldino Mota Moreno.

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 29 de setembro de 2011.

Pedro Moura Neto e Luiz Antônio Barreto, em Japaratuba


Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 12 de julho de 2014.

Família iateana está de luto, morre Antônio Fernando Sobral


Iate Clube de Aracaju, 16 de julho de 2014.

Família iateana está de luto

O Iate Clube de Aracaju está de luto. No fim da tarde desta terça-feira, (15/07/2014), faleceu o Comodoro Antônio Fernando Franco Sobral, conhecido como Orelhinha. Aos 58 anos, ele foi vitima de parada cardíaca.

Um dos maiores entusiastas do Iate Clube, Fernando se tornou frequentador da instituição desde os cinco anos de idade. No clube, sua trajetória foi marcada por belas conquistas no esporte náutico, tendo conquistado vários títulos, entre eles dois Torneios de Mundial Master da Classe Snipe.

Em 2007, foi eleito Comodoro permanecendo no cargo até o dia de sua morte. Durante os sete anos de administração realizou um trabalho extraordinário de revitalização do Clube, elevando o nome da instituição ao mais alto lugar no pódio no conceito da nossa sociedade.

O corpo de Fernando Sobral estar sendo velado no Salão Nobre do Iate Clube, de onde sairá às 15h para o Cemitério Colina da Saudade para o sepultamento, que ocorrerá às 16h de hoje.

Foto e texto reproduzidos do site: iateclubearacaju.com.br

 
Foto reproduzida do site: infonet.com.br

Publicado originalmente por F5 News, em 15/07/2014.

Morre o ex-bicampeão mundial de Iatismo, Comodoro Fernando Sobral
Por Marcio Rocha

Foi encontrado morto no início da noite desta terça-feira (15), dentro de seu veículo na avenida Delmiro Gouveia, bairro Coroa do Meio, zona sul de Aracaju, o Comodoro do Iate Clube de Aracaju, ex-bicampeão mundial de Iatismo classe Snipe, Antônio Fernando Sobral.

De acordo com informações de amigos e familiares, o Comodoro esteve no Shopping Riomar, durante a tarde e conversou com amigos. Em seguida, saiu para voltar para o clube. Contudo, o corpo foi localizado dentro do seu carro, no posto de combustíveis localizado ao lado do shopping, local onde parou. Um funcionário do posto percebeu a demora do veículo, parado por várias horas no mesmo local, e foi verificar se estava acontecendo algo estranho. Ao chegar, se deparou com o veículo ligado e o corpo sem vida de Fernando Sobral.

O banco do carro estava reclinado e o sinal de alerta do veículo ligado, deixando a entender que Sobral estava descansando por se sentir mal. A causa da morte do Comodoro do Iate Clube foi apontada como um infarto. Fernando Sobral era um administrador dedicado ao objetivo de reerguer o Iate Clube de Aracaju ao patamar de anos anteriores. Sobral dirigiu o clube por sete anos, pelo exercício de quatro mandatos bienais. Seu mandato encerraria no ano de 2015.

Antônio Fernando Franco Sobral, de 58 anos, filho de Clóvis Sobral e Maria Luíza Franco Sobral, era um grande apaixonado pelo esporte náutico. Militou no Iatismo ainda criança e teve 50 anos de dedicação ao esporte de navegação à vela. Foi vice-campeão mundial em um campeonato disputado no estado de São Paulo e conquistou o campeonato mundial de Iatismo classe Snipe. Sagrou-se bicampeão mundial da mesma classe no campeonato seguinte, em Portugal.

Popularmente conhecido como “Fernando Orelhinha”, Sobral trabalhou para desenvolver o esporte náutico no estado, tendo trazido por várias vezes, eventos de porte nacional e mundial do iatismo para Sergipe.

Texto reproduzido do site: f5news.com.br

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 18 de julho de 2014.

Jane Vieira

"Jane Vieira, minha querida amiga. Um capítulo na história da arte e da musica desta terra". (Pascoal Maynard).

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 16 de agosto de 20113.

Edézio Mesquita de Morais e sua esposa

"Uma das últimas foto deles, antes da partida... Saudades eternas." (PJMM).

Postagem originária da página do Facebook/MTéSERGIPE, de 19 de setembro de 2011.