quinta-feira, 14 de junho de 2012

Primeiro Prédio do Colégio Arquidiocesano (1960)

Portal Infonet/cidade/antigas - foto Reproduzida do site: infonet.com.br

"Primeiro Prédio do Colégio Arquidiocesano Sagrado Coração de Jesus , em 1960. Nessa época chamava-se Educandário Sagrado Coração De Jesus, situava-se na Praça Camerino, nº 80, Bairro São José, fundado pelo jovem Padre José Carvalho de Sousa, hoje, Monsenhor. Imagem enviada pela internauta Karine Belchior". (Infonet).

Postagem original na página do Facebook em 14 de Junho de 2012.


terça-feira, 12 de junho de 2012

Intendência Municipal de Aracaju-SE. (1911)

"Intendência Municipal de Aracaju (SE), 1911" . (Eduardo Cabral).

Postagem original na página do Facebook em  11  de Junho de 2012.

Uma Geração a Caminho do Mar


‎(To doido? To sim.
Quero contar as maravilhas do nosso tempo enquanto me acomete esta loucura.
Quem não as quiser contadas que não as leia.)
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Quando no verão de 1981, matando um mingau de puba na calçada da velha “Gazeta de Sergipe” aguardávamos a dobragem do “Folha da Praia Nº ZERO”, nem de longe atinávamos para o significado daquilo. Movia-nos muito mais o apuro estético da porralouquice, a necessidade de estarmos juntos produzindo algo que nos reunisse e, principalmente, a invenção de um espaço livre da besteira provinciana, onde a inteligência pudesse se revelar atenta e contraditória, juvenil e irresponsável e, sobretudo, bela. 

Éramos uma geração a caminho do mar e o “jornal da onda” marulhou a cidade. 
Tanto que após o Folha da Praia uma saudável sucessão de ondas revigorou a imprensa alternativa em Sergipe, a ponto de contarmos, hoje, com mais de 50 pequenos jornais em Aracaju e no interior do Estado, onde se exercitam as mais diversas expectativas de imprensa escrita, abrigando com saudável euforia um considerável contingente de profissionais. Essa diversidade, além de democratizar a informação ampliando o contingente de leitores, dispõe aos novos profissionais de imprensa um instigante laboratório, onde as práticas se testam e os embates se realizam. 

E haja embate! Vencer a indiferença das Agências de Publicidades alienígenas que nem nos conhece e nem estão nem ai para o Mateus que pariram, temos que conquistar anunciantes numa economia de província ou disputar migalhas nas instituições oficiais de comunicação para nos mantermos em circulação. Publicar um veículo alternativo relativamente independente é uma briga de foice cotidiana, que só os empreendedores dessa atividade ousam empreender.

Agora, neste momento, relembrando a calçada da Gazeta e ainda querendo salvar na memória do Folha da Praia a saudade da moqueca de arraia no “Bar do Pinto”, ouso divagar: 

Ainda sonho com uma imprensa útil à diversidade cidadã, alternativa mesmo, livre dos humores da propaganda institucional, bancada pela inteligência multifacetada do gênio sergipano e regida pela sagrada missão de informar opinando. 

Sonho com algo que nos remeta ao sabor de um mingau de puba nas madrugadas dos jornais. 

Ao sabor perdido da nossa história. 
Amaral Cavalcanti


Postagem original na página do Facebook em  11 de junho de 2012.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Vista Aérea de Aracaju, Anos 50/60

Vista aérea de Aracaju, Década de 50/60.
Foto reproduzida do Google.

Postagem  original na página do Facebook em 15 de Fevereiro de 2012.

Enfermaria de Mulheres - Hospital Sta. Izabel - Aracaju (1911)

"Enfermaria de Mulheres no Hospital Santa Izabel - Aracaju (SE) - 1911". (Eduardo Cabral).

Postagem original na página do Facebook em 8 de Junho de 2012.

Antiga Foto da Praia 13 de Julho, em Aracaju

Postal do Blog ANTIGUIDADE COLEÇÕES E ARTES de Waldemar Neto

Postagem original na página do Facebook em 15 de Fevereiro de 2012.

Famosa Ponte da Cidade de Laranjeiras-SE.

Famosa Ponte da Cidade de Laranjeiras-SE.
Foto: Vinícios

Postagem original na página do Facebook em 27 de Fevereiro de 2012.

Vista Aérea de Aracaju Antiga

Postal do Blog ANTIGUIDADE COLEÇÕES E ARTES de Waldemar Neto.
Postagem original na página do Facebook em  11 de Fevereiro de 2012.

Tradição Junina - 1

Lygia Prudente, quando criança.

Que felicidade ter o que recordar e disseminar entre as gerações que nos sucedem. Essas recordações orientam os nossos sucessores, descendentes, ao entendimento dos nossos costumes, o porquê de como somos, a riqueza da nossa comida. Uma lembrança, em especial, nos devolve a alegria do tempo passado e faz o nosso coração bater mais forte – os festejos juninos. Tanto na cidade – Aracaju – quanto no interior do estado – Sergipe – as festas juninas eram ansiosamente esperadas, e, em determinados pontos da cidade, eram erguidos os “arraiás”, logo no mês de maio, criando o clima junino já próximo e as músicas começavam a invadir as casas, trazendo à tona o “xote”, o “forró” (o verdadeiro e puro), e voltávamos a ouvir o Luiz Gonzaga e tantos outros que embalavam as noites de Santo Antônio, São João e São Pedro. O que de bom guardamos como lembrança, acaricia o nosso coração porque, além de trazer de volta a nossa juventude, traz também as pessoas queridas que não estão mais, fisicamente, conosco. Lembro muito bem de como eram comemoradas essas datas na minha infância. Éramos três irmãos e os meus pais preparavam todo o clima. À minha mãe, cabia o preparo das guloseimas próprias da ocasião e a indumentária, com as tradicionais roupas caipiras. Os 2 meninos, vestiam calça com remendos, camisa quadriculada enriquecida pela jabiraca de cor contrastante, chapéu de palha e botas; para mim, vestido amplamente rodado, com anáguas engomadas para dar corpo ao vestido que era ornado com bicos, rendas de feira e rendas de “bilro” e fitas coloridas. Nos pés, geralmente, tamancos coloridos ou sapatilhas coloridas, comprados no mercado. Na cabeça, ora era um chapéu de palha enfeitado, de onde saíam duas tranças postiças com laços de fitas, ora eram fitas que davam acabamento a um “rabo de cavalo” ou mesmo flores de papel, no cabelo longo e solto, tornando a caipira mais brejeira. A meu pai cabia a estrutura física: um mastro (geralmente era um pé de mamona trazido de um terreno baldio próximo à nossa casa) e a fogueira, que proporcionava calor às noites juninas, em geral chuvosas e “frescas”. As comidas típicas tinham lugar de destaque na festa e correspondiam à expectativa dos sabores: bolo de milho e de macaxeira (mandioca) eram os preferidos. Também o milho cozido, amendoins, cocada, canjica e mungunzá. O cheirinho bom emana da história e perpassa na linha do tempo. Os fogos, meu pai os comprava com muita antecedência e os guardava a “sete chaves” em um quarto na dispensa que ficava no quintal da casa. No dia, ele preparava, cuidadosamente, um desses fogos que era uma roda que girava espalhando faíscas coloridas de muita beleza. Ele, para nos proteger de queimaduras, pregava na ponta de um cabo de vassoura (guardado durante o ano de vassouras velhas, para esse fim) e, assim, poderíamos usufruir da brincadeira sem problemas. Muita saudade. Essas pessoas fizeram-nos – a mim e a meus irmãos – muito felizes. Nas pequenas coisas que nos proporcionavam. E muito mais quando nos ensinaram a agir assim mesmo com os nossos filhos e tudo isso mostra como é importante que alimentemos as nossas tradições, propalando e disseminando entre os jovens, os hábitos e costumes que tínhamos e vivenciávamos enquanto crianças.

Lygia Prudente

Postagem Original na página do Facebook em  9 de Junho de 2012.

sábado, 9 de junho de 2012

Frei Miguel, da Igreja dos Capuchinhos

"Nascido na Itália com o nome de Serafim Césare, foi ao ser ordenado que escolheu o nome de Frei Miguelangelo de Cíngole, em 29 de julho de 1934, em Ascoli Piceno, depois de ter concluído os estudos no Seminário dos Frades Menores Capuchinhos da Província das Marcas de Ancona. Entretanto, quando chegou ao Brasil, em 1953, passou a ser chamado pelos brasileiros apenas de Frei Miguel.
A princípio, a idéia era apenas passar uma temporada no país, mas por conta da boa acolhida esse tempo já se estende há mais de 50 anos. Depois de uma passagem pela Bahia, Frei Miguel chegou a Aracaju, onde foi um dos responsáveis pela construção do convento e da Paróquia São Judas Tadeu, no bairro América. Foi vigário nas cidades de Maruim, Santo Amaro, Rosário do Catete e General Maynard (...)".  (Trecho extraído do site da Agência Alese de Notícias).

Postagem original na página do Facebook em 28 de Outubro de 2011.

Dr. Leonardo Leite

"Meu bisavô, Dr. Leonardo Leite. Morava naquela casa da esquina da Praça Camerino, onde hoje é o IPHAN. A primeira Carteira da OAB - Secção de Sergipe foi a dele". (Lulu Leite).

Postagem original na página do Facebook em 8 de Junho de 2012.

sábado, 2 de junho de 2012

Estuário do Rio Sergipe em Aracaju

Rio Sergipe em Aracaju. Foto João Manoel

Postagem original na página do Facebook em  1 de Junho de 2012.

Brinquedos do Tempo de Criança

Três brinquedos do tempo de criança: *
- Marreta (bola de meia),
- Pneu de carro com dois cabos de vassoura como guidom,
- Baleadeira.

 * Foto do site xhp - Baú de Velharias.

Postagem original na página do Facebook em 1 de Junho de 2012.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Madre Albertina Brasil


Albertina Brasil não foi somente um acontecimento angelical, desses que nos remete à passividade católica ou à aceitação paciente das limitações terrestres, confiantes no prêmio celestial do amor divino. Que nada! Albertina era uma Joana D’Arc guerreira. Esteve imune, por brabeza e determinação, às fogueiras do seu tempo e às miudezas da província. Foi à luta pela consolidação da Universidade Federal de Sergipe e lá, passou a ser um contraforte, resguardando-nos da pobreza cultural que nos acometia. Inaugurou, no exercício da prática social – chamada então de “Assistência” – a dignidade política que introduziu o papel da Assistente Social na modernidade.
Uma grande mulher que não deve ser esquecida.
È dela a batalha pela inclusão da UFS no processo de popularização da cultura, no seu tempo. O esforço titânico (podemos avaliar agora) pela realização dos Festivais de Arte de São Cristóvão - que tantos benefícios nos trouxeram – revela-se como a ação mais pública e notória da sua batalha – agora quase esquecida- pelo progresso cultural desta terrinha.
Era mulher e se impôs com essa “fragilidade”, liderando com inteligência e sensibilidade a revolução que lhe competia: levantar a auto-estima cultural e artística que nos transformou em cidadãos melhores.
Até quando enfrentou o câncer que a levou para o céu dos heróis, foi Albertina Brasil - fortaleza e perseverança – um anjo executivo no birô das grandes causas.

Amaral Cavalcante

Postagem original na página do Facebook em  30 de Novembro de 2011.

Turma de Aída Campos, Colégio Brasília

Turma de Aída Campos, Colégio Brasília, destaque para a professora Dona Helena

Postagem original na página do Facebook em  26 de Novembro de 2011.

Típico Café da Manhã Sergipano: Macaxeira/Cuscuz/Carne do Sol

Típico café da manhã sergipano - Macaxeira, cuscuz e carne do sol. Foto do Blog colegiomedici

Postagem original na página do Facebook em  26 de Novembro de 2011.

Dr. Lauro de Britto Porto (1911 -


"Lauro de Britto Porto, nasceu em 18 de agosto de 1911, em Nossa Senhora das Dores/SE, filho do Cel. Francisco de Souza Porto e Laura de Brito Porto. Seu pai foi importante comerciante e político influente onde atuou como deputado estadual, Presidente da Assembléia Legislativa, governador em exercício, prefeito da capital, governador eleito mas não empossado por força da revolução de 30. Nesta época, Lauro cursava a Faculdade de Medicina da Bahia e regressou de imediato a Aracaju para apoiar o pai. Regressando a Salvador, na Revolução Constitucionalista de 32, levanta em rebelião, juntamente com outros colegas, a Faculdade de Medicina, sendo preso por dois dias na Penitenciária de Salvador, no governo do interventor Juracy Magalhães. Formou-se em 1935. Retornou a Aracaju onde atuou na área de oftalmologia e otorrinolaringologia. Em 1938 fez especialização no Hospital São Francisco no Rio de Janeiro e anos depois em São Paulo, na Escola Paulista de Medicina. Regressando a Sergipe atuou no Hospital de Cirurgia, ao lado do grande amigo Augusto Leite e assumiu a direção do Hospital por várias vezes sempre com um forte espírito empreendedor. Participou do grupo fundador da Faculdade de Medicina, assumindo a cadeira de otorrinolaringologia e oftalmologia. Membro fundador da Academia Sergipana de Medicina, onde ocupa a cadeira de número dezesseis, que tem como patrono o Dr. Hercílio Cruz". (Jorge Lins - educar-se).

Postagem original na página do Facebook em 30 de Março de 2012.