Postagem original na página do Facebook em 21 de abril de 2012.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Bairro Siqueira Campos, Antigo Aribé em Aracaju
"Localizado entre às
Avenidas Rio de Janeiro e Maranhão, o Bairro Siqueira Campos fica na direção da
zona Oeste, sendo um dos bairros mais populosos da cidade, más há inúmeras
lojas, e o comércio local é intenso. No passado o bairro também já foi chamado
de Aribé, nome que até hoje algumas pessoas usam para se referir ao bairro. La você
vai encontrar, Clínicas, Hospitais, Supermercados, Parque, Praças, Mercado,
Escolas, a antiga Estação de Trens, e muitas lojas, além de moradores solícitos
e bem humorados". (Do site viveraracaju).
Postagem original na página do Facebook em 23 de abril de 2012.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Cidade de São Cristovão
São Cristóvão - Foto de Adilson Andrade
Postagem original na página do Facebook em 22 de abril de 2012.
domingo, 22 de abril de 2012
Mafuá no Mercado Thales Ferraz
Apresentação do Grupo Mafuá no Mercado Thales Ferraz durante a I Virada Cultural de Aracaju. Foto: André Teixeira.
Postagem original na página do Facebook em 22 de abril de 2012.
Memória da Imprensa Sergipana - PASCOAL D'ÁVILA MAYNARD
"Memória da Imprensa Sergipana -
PASCOAL D'ÁVILA MAYNARD, foi um dos jornalistas mais atuantes da saudosa
"Gazeta de Sergipe" de Orlando Dantas. Deixou viúva Rilná e cinco
filhos: Pascoalzinho (Expressão), João Carlos, Augusto (Popó), Fátima e Tadeu". (AM).
Postagem original na página do Facebook em 28 de agosto de 2011.
Zé Barreto o “Zé da Suprema”.
"José Barreto fez escola no
varejo de moda masculina em Sergipe, segmento em que até hoje é referencia com
marcas fortes e consolidadas. Discreto, inteligente e respeitado, foi pai, avô
e bisavô venerado... Deixa exemplo de tenacidade, generosidade e muita saudade
também entre amigos que soube cultivar. Empresário e ser humano
inesquecível..." (Osmário/Jornal da Cidade.net).
Postagem original na página do Facebook em 20 de abril de 2012.
O Chargista e Artista Plástico Edidelson
Edidelson Silva Chargista e
artista plástico Trabalhou na Gazeta de Sergipe, Cinform e vários jornais
alternativos. Ganhou três prêmios Banco do Brasil de Jornalismo. Participou de
inúmeras exposições em artes plásticas onde auferiu alguns prêmios em Aracaju-SE,
Salvador-BA, Brasília-DF e Santos-SP. Hoje assina as charges do Jornal do Dia,
Gazeta New e ilustrações das campanhas educativas do Detran-SE, Ilustrou alguns
livros, entre eles: "As peripécias do Esporte Sergipano" , do
jornalista Joel Batalha, "Liberdade de imprensa ", do jornalista
Claudio Nunes e "A lenda do Caju" do prof. Antonio Wanderley
Clique no link abaixo e conheça alguns dos seus trabalhos.
Postagem original na página do Facebook em 21 de abril de 2012.
sábado, 21 de abril de 2012
Antigas Salinas em Nossa Senhora do Socorro/Se
Antigas Salinas em Nossa Senhora
do Socorro. Fotografia de Stivan Falud
"O município de Socorro, em termos
minerais, é um dos mais ricos de Sergipe. Existe muito próximo à sede uma usina
de salgema. Mas é o sal marinho que tem uma fantástica história. O município já
chegou a ter mais de 380 salinas, sendo o maior produtor do Estado. Não é à toa
que o nome do rio que separa Aracaju de Socorro é conhecido como Rio do Sal. O
rio e as linhas de trem eram muito usados pelos produtores de sal. Hoje, apenas
quatro salinas ainda resistem". (Fonte: Biblioteca IBGE. Postado
originalmente no blog coisasdesocorro.net de Robson Bispo).
Postagem original na página do Facebook em 20 de abril de 2012.
Famoso Relógio Instalado no Meio da Rua
Largo da Praça Fausto Cardoso, antes de ser transformada em calçadão e seu famoso relógio. (Foto já postada aqui, mas essa me chamou atenção pela sua nitidez).
Postagem original na página do Facebook em 20 de abril de 2012.
Antigas Bodegas de Aracaju
Infonet Cultura - Reportagem
publicada em 2009. Bodegas de Aracaju são retratadas
em exposição
Mostra reúne fotos de antigas
bodegas e mostra a transformação desses pontos comerciais ao longo dos últimos
35 anos. http://www.infonet.com.br/cultura/ler.asp?id=83428&titulo=cultura
Postagem original na página do Facebook em 23 de fevereiro de 2012.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Calçadão da João Pessoa, Destaque Para a CHIC (O Globo)
Antigo Postal da Cidade de
Aracaju - Calçadão da João Pessoa
Do lado direito temos a
"Óptica Barreto" e vizinho a "CHIC", com um luminoso do
jornal "O Globo". Nessa época, a “CHIC” era a única distribuidora de
Jornais, tendo como seu antigo funcionário o saudoso Moacir. Considerada o
ponto de encontro dos amantes da leitura, políticos e intelectuais, tinha sua
maior freqüência por volta das 16:30 h., quando chegavam os jornais do sul do
país – isto quando não extraviavam, só chegando no outro dia.
Postagem original na página do Facebook em 20 de abril de 2012.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Joel Macieira Aguiar (1905 - 1995)
Foto reproduzida do blogdokeizer
de Keizer Santos.
Joel Macieira Aguiar: Um maruinense apaixonado pelo Direito!
Texto: Keizer Santos
Imagem: Inventário Cultural de
Maruim (Ver referências bibliográficas
Continue lendo, clicando no link
abaixo:
Postagem original na página do Facebook em 18 de abril de 2012.
domingo, 15 de abril de 2012
Placas que Eram Afixadas nas Paredes do Antigo Cine Rio Branco
Placas que eram afixadas nas paredes do antigo Cine Rio Branco, em homenagens a grandes artistas que por lá passaram. Hoje encontram-se no Memorial da UNIT.Foto do Blog do Ricco - VISITA AO MEMORIAL DA UNIT - http:// blogdoricco.blogspot.com/
Postagem original na página do Facebook em 2 de fevereiro de 2012.
http://www.facebook.com/photo.php?fbid=351516361534151&set=o.259696634059007&type=1&theater
http://www.facebook.com/photo.php?fbid=351516361534151&set=o.259696634059007&type=1&theater
Placas que Eram Afixadas nas Paredes do Antigo Cine Rio Branco
Foto do Blog do Ricco - Visita ao Museu – Memorial da UNIT . blogdoricco.blogspot.com.br
Placas que eram afixadas nas
paredes do antigo Cine Rio Branco, em homenagem a grandes artistas que por lá
passaram, hoje se encontram no Memorial da UNIT.
Postagem original na página do Facebook em 2 de fevereiro de 2012.
sábado, 14 de abril de 2012
Colina da Saudade em Aracaju
Colina da Saudade, Aracaju, 15/08/2011. Foto Ana Libório
"... Diz o cartunista Jaguar
que começamos a envelhecer quando passamos a encontrar os amigos em velórios.
Acho que chegou a minha vez, pois fui duas vezes, em um mês, à Colina da
Saudade, primeiro na despedida de Cleomar Brandi e agora na de
Etelvino..." (Ana Libório)
Postagem original na página do Facebook em 13 de abril de 2012.
A Balsa
Foto: arquivo Fernanda Cabral.
Só tinha dois pedais, um do acelerador, outro do freio.
Na coluna de direção a alavanca de marchas, com Ponto Morto,
Drive com 1ª, 2ª, 3ª e 4ª marchas normais, L.O. com 1ª e 2ª marchas reduzidas e
ré.
Hoje, é comum, mas em sua época, uma raridade.
Como as marchas de força engatavam bem e sem tranco, eram
muito úteis quando faltava freio, ou na hora de dar “cavalo de pau”.
Era grande, imponente, grande grade cromada na frente, com pára-choques
em aço inox escovados, faixas brancas nos pneus e em cima do capô a imagem do
cacique Pontiac, chefe otawa que liderou importante insurreição na América do
Norte ocupada por ingleses.
Olhado à distância parecia preto, mas de perto, com luz
forte, percebia-se sua rara cor Azul Noite.
Só tinha dois no Estado, um do pai de Decinho Garcez, o
outro a Balsa, adquirido por meu pai ao pai de Zé Goiamum (Zé Garcez), se não
me engano.
Depois de anos de uso, a caixa automática pifou e foi
preciso importar uma.
Demorou muito e, meu pai aproveitou para fazer um serviço
geral de pintura e estofamento.
Quando ficou pronta, meu pai já tinha adquirido um Jeep
Willys todo maceteado e a Balsa foi ficando na oficina, a ponto de não se
identificar sua cor, de tanta poeira.
Tinha eu, na época, uns 18 anos e, fui ao meu pai e pedi o
carro para mim.
Depois de alguma dúvida, concordou, mas com a condição de
mantê-lo com minha mesada.
Sai aos pulos de alegria, mas logo cai na realidade, pois a
bateria já tinha pifado.
Após muita negociação, ele pagou uma bateria nova e pude
finalmente, trazer MEU CARRO, para casa.
Foi meu grande companheiro nas primeiras farras, primeiras
aventuras sexuais e namoros.
Era pau para toda obra, chegando a fazer verdadeiros rallys
com ele.
As outras turmas morriam de inveja, pois só os “Balseiros”
tinham um carro.
Como consumia muito, meu pai trocou o carburador original,
pelo famoso carburador “Pé preto” Chevrolet, mais econômico.
Mesmo assim, a despesa era demais para mim, que às vezes o
deixava parado em qualquer lugar, por falta de gasolina e de dinheiro para
comprá-la e, ficava usando minha Lambreta, até conseguir dinheiro.
Nos fins de semana, fazíamos uma vaquinha para a gasolina e
ai, íamos para as festas na Balsa, que chegou a levar ate 18 pessoas, gente até
na mala.
A minha avó Mariazinha, também me salvou muitas vezes,
financiando a gasolina.
Quando estourava um pneu ou quando quebrava, era um problema
ainda maior.
Minha salvação?
Torneirinho, mecânico amigo de meu pai, que condoído pela
minha quebradeira, não trocava peças, e sim, dava um jeito e, não cobrava.
Nunca o vi trocando peças.
Como pagava?
Quando me sobrava algum dinheiro, inventava algum conserto e
ia à oficina aos sábados, ficava esperando até fechar e ia com ele ao bar da
esquina beber cerveja e comer um torresmo especial que o dono do bar fazia.
Quanto aos pneus, eram aro16, raro de encontrar usado. Novo,
nem pensar em comprar e de Jeep, também aro 16, era uma afronta usar.
A Balsa me fez passar por algumas situações inusitadas:
1ª – Como andava carregada, as molas traseiras cansaram e
foi preciso arqueá-las. Ficou com a traseira muito alta e, não tinha condições
para mandar corrigir.
Solução?
Uma noite na volta de uma festa, vimos um monte de pedras de
construção com uma delas enorme. Foi preciso quatro de nós, para colocá-la na
mala. Ganhou o apelido de carinhoso de “O Cisco”.
A Balsa ficou uma beleza, com a altura certinha.
Problema?
Quando fazíamos uma curva em velocidade, daquelas que ficava
todo mundo olhando para trás, para ver se tinha arrancado uma faixa branca (era
suposta), “O Cisco” corria para um lado e a Balsa ficava toda torta.
Solução?
Trocamos o dito cujo, por três sacos cheios de areia.
2ª – Só colocava gasolina aos poucos.
Certo dia, ganhei um dinheiro a mais e, todo prosa, parei no
posto de Miraldo, na Praça do Palácio, e com a boca cheia, ordenei: Encha! Era
a primeira vez que o fazia.
Saí da Praça do Palácio e ao chegar à esquina da Barão de
Maruim, o tanque caiu, para meu total desespero, vendo toda aquela gasolina
derramar.
3ª – No Tecarmo, a Petrobras estava fazendo o oleoduto, com
uns tratores enormes entrando mar adentro, levando os tubulões que os
rebocadores puxavam à medida que iam sendo soldados.
Distraídos, ficamos apreciando e, a maré enchendo.
Querendo vir embora, dei partida e a Balsa, não pegou.
Problema?
A Balsa por ser hidramática, só pegava “no empurrão” depois
de atingir 40 Km/h.
Pedimos ao engenheiro, para um trator rebocar a Balsa, mas
ele disse que só quando terminasse o serviço. Na última hora, a água quase
chegando ao carro, ele autorizou, o trator rebocou o carro, que pegou e
conseguimos nos safar.
4ª – Quando ficou mais velha, apareceu um buraco no piso,
que nos dias de chuva molhava quem ia no banco da frente.
Resultado?
Com chuva, todo mundo queria ir no banco traseiro.
5ª – Saímos para caçar eu e Milton Barreto.
Na volta da caçada, um pneu furado.
Problema?
A Balsa não tinha macaco.
Escoramos o eixo traseiro com uma pedra, cavamos um buraco
debaixo do pneu, fizemos a troca e depois penamos para tirar a Balsa de cima da
pedra e de dentro do buraco.
6ª – Um dia vinha descendo a Barão de Maruim, e no trecho
entre Lagarto e Arauá, ouvi o barulho de um ferro tilintar (blem, belém, bem,
bem ,bem). Achei que tinha pisado em algum pedaço de ferro.
Qual nada. Ao fazer a curva para entrar na Rua da Frente, a
Balsa desabou de um lado.
Peguei a Lambreta e fui procurar Torneirinho.
Diagnóstico?
A Balsa tinha na dianteira, um amortecedor, tipo relógio,
que ficava em cima do chassis e desciam dois braços para a manga de eixo.
Pois bem, um desses braços tinha partido e causado o
problema.
Perguntou Torneirinho: Não ouviu nenhum pedaço de ferro
cair?
Lembrei do ferro tilintando seis trechos atrás e fomos
procurar.
Depois, foi só desarmar, soldar e montar.
7ª- Fomos a uma festa na Rua de Frei Paulo, na casa de Sonia
Centurion.
A rua não era calçada e, lá chegando, ao procurar estacionar
no escuro, vi o que parecia ser uma graminha. Que nada, era uma vala enorme com
um capinzinho enganador. A Balsa caiu dentro, ficando com uma roda traseira no
ar.
A partir daí, apareceram uns estalos estranhos. Tinha
partido o chassi e a lataria, tão forte, agüentou vários dias até que
descobríssemos a origem dos estalos.
Já cursando a Faculdade de Medicina, ainda no tempo das
Kombis de passageiro, era um abuso total, pois só andavam pelo meio da Avenida
Barão de Maruim, porque não tinha buracos, expulsando todos os carros e, só
respeitavam a Balsa, pois eu também só andava pelo meio da avenida e não abria
para ninguém.
A concertista Maria Lívia São Marcos quando por aqui esteve
para uma apresentação no Teatro Atheneu, tomou-se de amores por Sergio Garcia.
A Balsa era o meio de transporte para a farra, a concertista
tocando bossa nova ao violão, e Célia (cantora paulista) cantando, para o nosso
deleite.
Certo dia bateu o motor. Foi para uma oficina na Praça do
Cemitério Santa Izabel, onde ficou alguns anos sem que eu conseguisse
conserta-la.
Foi vendida e, nunca mais a vi.
Foi a responsável, entre outros motivos, pela união da nossa
turma, sendo citada juntamente com os Balseiros, por diversas vezes, nas
colunas sociais. Nunca vi isso, em lugar nenhum.
Os Balseiros:
Rapazes: Eu, Paixão, Duílio, Curvelinho, Chico Fontes Lima,
Tadeu, Pedrito Barreto, Theobaldo, Tonho Rezende, Roberto Botelho, Roberto
Paulista, Sergio e Renato Garcia, Toinho Barbulino, Tidê, Raul Rollemberg,
Serjão, Virgilio, Douglas, Wilson Bolinha e Ivan.
Garotas: Tetê, Beth, Ângela, Fernanda, Nilva, Sandra, Nize e
Soninha, Vivian, Eliana Chocolate, Ailse, Miriam e Júlia Garangau e Kátia
Veloso.
A turma variava muito, pois alguns andavam conosco uma
época, depois sumiam, voltavam e assim íamos levando.
Caso tenha esquecido de alguém, favor me lembrar.
Aracaju, 02/06/08
Guerrinha
Postagem original na página do Facebook em 6 de janeiro de 2012.
Amigos dos Anos 60 em Festa de Fernanda Cabral
Amigos dos anos 60 em festa
promovida por Fernanda Cabral Guerra: Sérgio Ramalho, Duílio, eu, Paixão,
Roberto Botelho...
Postagem original na página do Facebook 7 de janeiro de 2012.
http://www.facebook.com/photo.php?fbid=194383927325409&set=o.259696634059007&type=1&theater
http://www.facebook.com/photo.php?fbid=194383927325409&set=o.259696634059007&type=1&theater
...Uma História Muito Emocionante
Conforme falei pra Fernanda
Cabral Guerra, trago aqui um registro de um acontecimento da minha
adolescência, em Aracaju, em 1966, que fiz numa postagem do meu blog,
www.acantora.blogspot. com, em setembro de 2010, quando estava cantando no
Bacalao em Sarasota, Fl. Agora estou aqui em Santa Fe, Texas, pertinho de
Houston, desde o dia 16 de dezembro de 2011. Espero que apreciem.
Beijos, Namastê! ♥ :-D
MONDAY, SEPTEMBER 20, 2010
DE ARACAJU/1966 ATÉ O BACALAO
SARASOTA: UMA HISTÓRIA MUITO EMOCIONANTE.
Quem pode prever neste mundo as
conexões que poderão ocorrer em decorrência de um encontro, um evento, não é
mesmo? Mas o certo é que nada, nada mesmo é em vão, nada é um puro acaso, disto
não tenho nenhuma dúvida, e vocês verão porque sou enfática nessa afirmação,
através da história que lhes conto à seguir, para explicar como estou hoje
vivendo tudo isto aqui em Sarasota.
ERASMO E RAUL
Ora, tudo começou em 1966, em
Aracaju/SE, quando eu tinha 14 anos de idade, numa tarde em que eu e um grupo
de colegas decidimos "gazear" a aula no então GA, Ginásio de
Aplicação da Faculdade Católica de Filosofia onde estudávamos, para irmos
esperar Erasmo Carlos, Vanderléa e os Tremendões que chegavam naquela tarde
para um show que seria à noite no Ginásio Charles Moritz, pertinho da casa onde
eu morava, lá na Rua Senador Rolemberg.
Saimos todos numa camionete, a
maioria de nós na carroceria, todos vestidos com o uniforme do colégio. Aquilo
era mais do que emocionante para um grupo de adolescentes...rsrsrsrs...era
desafiante, fantástico. Lembro de alguns que estavam neste grupo, e a maioria
deles continua, até hoje sendo bons amigos: Douglas Mesquita, Clara Elisabeth
Rolemberg, Ana Maria Barreto Lima, Armando Barreto, Claudio Sarmento, Sérgio
Buarque, Conceição Pereira, e creio que mais alguns que não consigo me lembrar.
Pois é, e assim que chegamos ao
aeroporto, eles já haviam desembarcado e estavam lá no Saguão, com algumas
pessoas em volta, e nós conseguimos chegar até eles, e ainda houve tempo para
autógrafos, e algumas palavras trocadas, com eles que foram super simpáticos.
Bem, os Tremendões eram Raul, Régis e Rubinho, os músicos que acompanhavam
Erasmo e Vanderléa também naquele show. Régis pianista, tocava um "órgão
eletrônico", instrumento da moda para aquela época e estilo musical. Raul,
baixista e o Rubinho, se não me engano tocava guitarra.
Logo em seguida eles entraram num
"Simca Chambord" vermelho, conversível, e nós seguimos exatamente
atrás, fazendo questão de chamar a atenção dos transeuntes e carros que por nós
passavam para os nossos ídolos...rsrsrsrs...ERA O MÁXIMO!
Eles iriam se hospedar no Hotel
Pálace, evidentemente, que era o melhor Hotel da época e no final do percurso
teríamos que passar pela Rua João Pessoa, centro comercial, que naquela época
ainda não era calçadão, e foi justamente ali, na Rua João Pessoa que vimos
nossa Diretora, Lindalva Cardoso Dantas, olhando para nós como se não
acreditasse no que via...e todos deitamos no fundo da carroceria da camionete,
mas não tinha como ela não ter visto. Enfim, nossos pais foram chamados, eu
fiquei de castigo e não pude ir ao show...mas valeu a emoção.
RAUL TREMENDÃO
Passados muitos anos, essa
história tem seguimento quando, no ano passado, eu estava em Pompano Beach,
abrindo a minha página do orkut, e vi uma publicidade da Rádio Pompano Beach,
com uma foto de alguém que me pareceu muito familiar. Fiquei então sabendo que
era uma rádio virtual, e o nome do dono da foto era Raul Tremendão, que me soou
ainda mais familiar. Adicionei-o no orkut, e falei com ele por telefone, porque
para mim seria muito interessante mostrar-lhe o meu CD para divulgar na Rádio.
E lá fui eu na rádio, e quando cheguei e vi as fotos na parede, entendi quem
era o Raul Tremendão, contei-lhe toda a minha aventura de adolescente, e, evidentemente
ele não se lembrava, pois nós éramos alguns entre os milhares de fãs que eles
tinham, mas riu muito. Raul se mostrou muito receptivo, e não somente gostou do
meu CD e o toca até hoje na sua rádio, e se tornou daí pra frente um amigo
muito querido.
RÉGIS MOREIRA
Ele me falou que Régis estava em
Sarasota, falou-me sobre a cidade, fiquei então sabendo de todo o fascinante
backgroud do Régis que viajou por diversos países acompanhando grandes nomes,
tocando inclusive com Elis Regina no "O Fino da Bossa". Enfim, falei
com ele por telefone, vim visitar Sarasota, me apaixonei pela cidade, e através
dele conheci alguns músicos, e outras pessoas muito interessantes, e hoje aqui
estou vivendo essa belíssima história. Até hoje só pude fazer apenas dois
trabalhos com o Régis porque não conseguimos conciliar as agendas.
Aqui registro toda a minha
gratidão à esses dois amigos, Raul e Régis, e deixo o convite para irem lá no
www.radiobrazilusa.comconferir o belo trabalho do Raul.
E cada dia que passa aprendo e cresço
não somente musicalmente, como pessoalmente.
Postagem original na página do Facebook em 7 de janeiro de 2012.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Luís Antônio Barreto - A Águia Lagartense
LUIZ ANTÔNIO BARRETO - A ÁGUIA LAGARTENSE Por Claudefranklin Monteiro Santos
"Jornalista, historiador,
diretor do Instituto Tobias Barreto e ex-secretário de Estado da Educação e da
Cultura de Sergipe, Luiz Antônio Barreto pertence à linhagem que orgulha o povo
de Lagarto: a dos gênios..."
Postagem original na página do Facebook em 11 de abril de 2012.
Abelardo Romero Dantas (1907 - 1979)
"O nome de Abelardo Romero
Dantas, segundo Assis Brasil, ao lado de José Maria Fontes (1908-1994), figura
como o precursor das mudanças estéticas do Modernismo, chegadas ao Estado de
Sergipe por volta das primeiras décadas do século XX. Consciente, Abelardo
Romero já começava a brincar com os versos, sem respeito à métrica ou a
qualquer padrão poético..." ( Claudefranklin
Monteiro Santos (2007).
http://historiaeculturadelagarto.blogspot.com.br/2007/09/abelardo-romero-dantas-lrica-e-prosa.html
http://historiaeculturadelagarto.blogspot.com.br/2007/09/abelardo-romero-dantas-lrica-e-prosa.html
Postagem original na página do Facebook em 11 de abril de 2012.
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